[PAPEANDO] Lista das leituras de Mangás/Manhwas que vão sair!!


📚✨ Resenhas & Comentários de Leitura – 2025/2026

Vamos ser sinceros: em 2025 mergulhei de cabeça nos quadrinhos — entre manhwas e mangás, foi um festival de leitura digital madrugada adentro. Teve de tudo um pouco: romances doces, e sim... até umas leituras tão gráficas que eu pensei “meu cérebro virou esgoto?” Difícil dizer. Dias intensos.

Mas é como eu sempre digo: pra encontrar histórias incríveis, autores talentosos e pérolas escondidas, a gente tem que dar chance pra tudo. Não dá pra saber se vai amar ou odiar até abrir o capítulo 1 (e às vezes um pouco mais).

Aqui estão os mangás e manhwas (e alguns yaois 👀) que li ou estou lendo neste ano/ano passado. Eles ganharão resenhas ou comentários de leitura completa — e todos renderam boas horas de entretenimento! Lista em ordem alfabética, pra facilitar a navegação:

📖 Lista de leituras 2026 (em ordem alfabética):

  • Alpha Trauma (Yaoi)

  • Arelyn Is Sick and Tired

  • Beyond Memories (Yaoi)

  • Death Is The Only Ending For The Villainess

  • Diamond Dust (Yaoi)

  • How to Change Angst Into a Feel-Good

  • How to Get My Husband on My Side

  • I became the Despised Granddaughter of the Powerful Martial Arts Family

  • I’m the Baby of the Tyrant Family, but They Adore Me

  • I'm a Worthless Stepmother, But I Love My Family Madly!

  • I'm Not Your Guide to Destiny (Yaoi)

  • I've Fallen for the Empire's Greatest Villainess

  • My Daddy Hides His Power

  • My Guildmate Next Door

  • Night of the Unmarked (Yaoi)

  • Pass the Monster Meat, Milady!

  • Tamon-kun ima docchi?!

  • Teach Me Desire

  • The Count’s Secret Maid

  • The Foreign Object was Me

  • The Hunter Wants to Live Quietly
  • The Incognito Princess

  • The Mating of Elves

  • The Promise Isn't Mine

  • The Villainess Is Shy In Receiving Love


E em 2026 se o deus da leitura permitir, voltaremos aos livros — além dos quadrinhos, claro!

[RESENHA] A Droga da Obediência, Pedro Bandeira (Moderna)


Ler A Droga da Obediência na pré-adolescência foi um daqueles momentos decisivos: pela primeira vez eu me senti fisgoneando um mistério de verdade, junto com um grupo de amigos improváveis. Publicado em 1984, o livro abriu as portas para a série Os Karas — quatro volumes de muita aventura, investigação e um pouquinho de piração — e continua sendo uma excelente porta de entrada para jovens leitores.


[RESENHA] O Piso-Rouxinol (A Saga Otori # 1), Lian Hearn

Agora é hora de reverenciar O Piso-Rouxinol, o primeiro volume da lendária Saga Otori, escrito por Lian Hearn e publicado no Brasil em 2002 pela Martins Fontes — um verdadeiro tesouro literário e um dos seus livros do coração. Com sua temática japonesa delicadamente trabalhada, personagens inesquecíveis e uma ambientação que beira o poético, essa resenha será um tributo à obra que me marcou profundamente.


[RESENHA] Os Melhores Contos de Fadas Celtas (Coleção Áurea - Especial Contos de Fadas) (Wish)

Quando falamos da Editora Wish, a primeira coisa que vem à mente é: excelência. E com Os Melhores Contos de Fadas Celtas, parte da belíssima Coleção Áurea, não é diferente. Esta edição é um espetáculo visual — capa dura, diagramação impecável, imagens belíssimas e um cuidado editorial que salta aos olhos. É daquelas obras que merecem lugar de destaque na estante (e que você mostra pros amigos com orgulho).

Mas quando a gente passa da estética para o conteúdo, a experiência de leitura se torna um pouco mais... complexa. Os contos aqui reunidos têm grande importância histórica e cultural — são fragmentos do imaginário celta, carregados de simbolismo, magia e sabedoria ancestral. Mas também são repetitivos e às vezes cansativos.

Um livro mais pra degustar aos poucos do que pra devorar de uma vez. E honestamente? A introdução me pegou mais do que muitos dos contos em si.


[RESENHA] O Capítulo Secreto (A Biblioteca Invisível #6), Genevieve Cogman (Morro Brando)

Ah, A Biblioteca Invisível. Essa série cheia de mundos paralelos, mistérios literários, agentes secretos e dragões que amam chá. Já são seis livros, e acompanhar Irene e Kai tem sido uma jornada digna de bibliotecárias multidimensionais — cheia de charme, perigo e intertextualidade.

Mas em O Capítulo Secreto, publicado como o sexto volume da série escrita por Genevieve Cogman, a história deu uma pequena tropeçada. Pelo menos pra mim. Não é que o livro seja ruim (longe disso!), mas... não me pegou como os outros. Sabe aquele volume que você termina, fecha o livro e pensa: ué... foi isso?


[COMENTANDO LEITURAS] I'll Be The Matriarch In This Life, Kim Roah

 


I'll Be The Matriarch In This Life


Logo no início, a história chama atenção por sua abordagem madura de reincarnação: Florentia, ou “Tia” como é chamada, reencarna aos 7 anos com a missão de salvar sua família e mudar sua vida. O enredo foge do clichê leve do "vilã que se redime" — aqui há tensão política, jogos de poder e personagens adultos com motivações reais.






[RESENHA] Um Encontro com Holly, Brittainy Cherry (Record)

Se existe alguém que consegue escrever histórias leves, mas com aquele toque emocional que derrete a gente por dentro, é Brittainy C. Cherry. Um Encontro com Holly é exatamente isso: água com açúcar da melhor qualidade — com personagens adoráveis, momentos que aquecem o coração e uma narrativa leve mesmo quando flerta com temas mais delicados.

É um romance curtinho, delicado e repleto de cenas memoráveis (sim, eu ainda lembro de vários trechos mesmo depois do tempo ter passado), e que me marcou pela simplicidade acolhedora. Aquele tipo de livro que você lê em dois dias e depois fica desejando uma adaptação no estilo “filme de domingo com cobertor e chocolate quente”.


[RESENHA] O Portador da Espada (#1), Cassandra Clare (Galera Record)

 Se tem uma autora que sempre mora no meu coração literário, é a Cassandra Clare. A saga Instrumentos Mortais foi uma febre na minha vida — personagens marcantes, tramas que me devoravam, e um universo mágico que parecia um lar. Então quando O Portador da Espada foi anunciado como o início de uma nova série épica de fantasia, eu corri para comprar. 724 páginas de Cassandra? Pode mandar.

Mas... a leitura foi mais lenta do que o esperado. Não ruim, mas arrastada. Sabe quando você não consegue se apaixonar por ninguém, mesmo tentando? Levei 15 dias pra terminar o livro — e terminei mais com um suspiro de “ufa” do que de “UAU”.

Ainda assim, não perdi a esperança. Porque Cassandra já me fez me apaixonar antes, e quem sabe esse universo novo só precise de mais tempo pra florescer?


[COMENTANDO LEITURAS] I was reincarnated as the 7th Prince so I will perfect my magic as I please

 



I was reincarnated as the 7th Prince so I will perfect my magic as I please


Aqui, o isekai se destaca pelo contraste: Lloyd, que era um mago medíocre, reencarna como sétimo príncipe com uma linhagem mágica poderosa. E seu foco? Dominar magia no seu tempo, sem ligar pra política ou herança.




[RESENHA] O Sol e a Lua, Yoo Na Kim (Publicação Independente)


 O Sol e a Lua é mais do que um livro infantil; é uma celebração da cultura coreana adaptada com carinho para o público brasileiro. Inspirado em um conto tradicional coreano, a história narra a aventura de dois irmãos, Maria e Minrô, que enfrentam um tigre malvado e acabam se transformando no sol e na lua para iluminar o céu. A narrativa é apresentada de forma bilíngue, em português e coreano, permitindo que leitores de diferentes origens apreciem a história em sua língua materna ou aprendam um novo idioma.


[RESENHA] Earth and Ashes, Atiq Rahimi (Other Press)

Earth and Ashes (publicado originalmente como Khakestar-o-Khak), escrito por Atiq Rahimi, é um pequeno grande livro. Com menos de 100 páginas, ele te leva direto para o coração do Afeganistão durante a invasão soviética e, com poucas palavras, entrega uma carga emocional imensa.

Não é um livro que grita. Ele sussurra. E esse sussurro fala de luto, perda, silêncio e guerra. Não cheguei a chorar, mas foi impossível terminar sem um nó na garganta. É uma dor sutil, mas persistente.


[COMENTANDO LEITURAS] How to Get My Husband on My Side, Siru

 



How to Get My Husband on My Side


Mais uma vilã reencarnada tentando sobreviver? Sim — mas dessa vez com coração, dor real e um romance que cresce como flor no inverno. How to Get My Husband on My Side é sensível, envolvente e deixa saudade a cada capítulo. Uma leitura linda, mesmo com o hiato apertando o coração.





[RESENHA] Nós Fazemos o Mundo, N.K. Jemisin (Suma)

 


Quando terminei Nós Somos a Cidade, o primeiro volume da duologia Grandes Cidades, eu estava em puro êxtase literário. Aquele livro foi um dos meus favoritos da vida — uma mistura ousada de urban fantasy, crítica social e magia cósmica que me deixou obcecada pelo universo que a Jemisin criou. E quando chegou Nós Fazemos o Mundo, publicado no Brasil em 2023 pela Editora Suma, minhas expectativas estavam lá no topo do Empire State.

Mas aí veio a leitura. E apesar de ser um bom livro, com ideias brilhantes e personagens que ainda me emocionam, algo ficou corrido demais. Parecia que Jemisin, essa autora que eu amo tanto que compro tudo que sai no Brasil, estava tentando dar conta de encerrar a história com pressa. E sim, no final do livro ela explica um pouco do porquê. Ainda assim... fiquei com aquele gostinho de queria mais. 🥺

[RESENHA] Amêndoas, de Won-pyung Sohn (Rocco)

 

Resenha de Amêndoas, de Won-pyung Sohn

Alguns livros não gritam, não pedem atenção – eles apenas se aproximam devagar, te tocam com mãos gentis e deixam uma marca permanente. Amêndoas, de Won-pyung Sohn, publicado originalmente em 2017 e lançado no Brasil pela editora Rocco, é exatamente assim.

Este é um romance sul-coreano contemporâneo, que transita entre o drama psicológico e o coming-of-age, com uma narrativa minimalista, mas cheia de significado. A história gira em torno de Yunjae, um adolescente que vive com alexitimia — um distúrbio neurológico que o impede de identificar ou expressar emoções. Isso já seria desafiador em qualquer lugar do mundo, mas na sociedade coreana, marcada por expectativas sociais e pressões silenciosas, se torna uma carga ainda mais pesada.

Mas o que acontece quando a vida exige que você sinta? Como você se reconstrói sem ter os mapas emocionais que a maioria das pessoas recebe de nascença?

[COMENTANDO LEITURAS] Under the Oak Tree, de Kim Soo-ji

 




Under the Oak Tree


Uma protagonista vulnerável, um cavaleiro gigante e uma jornada de cura em meio a intrigas palacianas. Under the Oak Tree é um manhwa de tirar o fôlego — com arte impecável, romance de crescimento lento e personagens que conquistam aos poucos. Vem descobrir por que essa leitura me pegou de jeito!







[RESENHA] Meia Guerra (Mar Despedaçado # 3), Joe Abercrombie (Arqueiro)

Meia Guerra marca o desfecho da trilogia Mar Despedaçado, escrita por Joe Abercrombie e publicada no Brasil pela Editora Arqueiro. Lançado originalmente em 2018 no Brasil, o livro chega para encerrar uma saga que mistura fantasia política, personagens carismáticos, alianças frágeis e traições inteligentes — tudo naquele tom inconfundível de Abercrombie: brutal, sarcástico e humano até o osso.

Depois de acompanharmos Yarvi no primeiro livro (Meia-Rei), e Thorn Bathu (maravilhosa!) no segundo (Meia-Mundo), chegamos agora à jornada de Skara, uma princesa jogada no jogo de poder de um mundo brutal. Mas... será que ela sobrevive ao tabuleiro?


[RESENHA] Landon & Shay (#1), Brittainy C. Cherry (Record)



Quem já leu Brittainy C. Cherry sabe que ela tem uma fórmula infalível: pessoas quebradas + amor inesperado + um toque de poesia = romance que derrete a alma. E em Landon & Shay, essa fórmula continua funcionando lindamente.

Lançado no Brasil em 2024 pela Editora Record, Landon & Shay traz dois protagonistas marcados por traumas, tentando se manter à tona em um mundo que insiste em puxá-los para baixo. E apesar de tratar de temas delicados, o livro consegue equilibrar o peso da dor com a leveza do amor, entregando aquele clássico "romancezinho com sustância" que Brittainy sabe fazer tão bem.

Você sente a dor dos personagens, sim, mas também se agarra com força à esperança que cresce entre eles — porque no fim, como sempre com Brittainy, as coisas dão certo. E isso já basta pra gente continuar acreditando no amor.

[COMENTANDO LEITURAS] 7th Time Loop: The Villainess Enjoys a Carefree Life Married to Her Worst Enemy!, Touko Amekawa


7th Time Loop: The Villainess Enjoys a Carefree Life Married to Her Worst Enemy!


E se você tivesse sete chances para mudar seu destino — e decidisse usá-las para viver do seu jeito? Em 7th Time Loop, Rishe quebra os moldes das vilãs e protagoniza uma fantasia romântica cheia de reviravoltas, estilo e personalidade. Vem descobrir por que essa leitura já virou uma das minhas favoritas!







[RESENHA] O Rei da Terra do Nunca, de Nikki St. Crowe (Universo dos Livros)

 

Você já se perguntou o que aconteceria se Peter Pan fosse reimaginado como um bad boy sombrio, sensual e completamente insaciável? É exatamente essa a proposta de O Rei da Terra do Nunca, primeiro volume da série Vicious Lost Boys, escrita por Nikki St. Crowe.

Publicado em 2022, esse livro faz parte da febre do dark romance erótico que mistura contos de fadas com muito desejo, tensão sexual e personagens moralmente duvidosos. Se você está esperando uma releitura encantadora do clássico infantil... melhor ajustar suas expectativas. Aqui, Peter não salva ninguém — ele devora.

Mas será que a história entrega mais do que um elenco bonito em situações calientes?

[RESENHA] O acerto de contas de uma mãe, Sue Klebold (Verus)

 

Resenha de "O acerto de contas de uma mãe" - Sue Klebold

O acerto de contas de uma mãe - A vida após a tragédia de Colombine, de Sue Klebold, é uma memória profundamente pessoal e comovente que explora os trágicos eventos em torno do massacre na Columbine High School em 1999. Como mãe de Dylan Klebold, um dos dois atiradores responsáveis pelo ataque, Sue Klebold escreve com vulnerabilidade, tristeza e uma busca por compreensão. Seu livro oferece aos leitores um olhar intimista sobre como o inimaginável pode acontecer em vidas aparentemente normais e como uma mãe lida com a culpa, o luto e a complexidade de amar um filho que cometeu um ato de violência tão terrível.