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[RESENHA] O Piso-Rouxinol (A Saga Otori # 1), Lian Hearn

Agora é hora de reverenciar O Piso-Rouxinol, o primeiro volume da lendária Saga Otori, escrito por Lian Hearn e publicado no Brasil em 2002 pela Martins Fontes — um verdadeiro tesouro literário e um dos seus livros do coração. Com sua temática japonesa delicadamente trabalhada, personagens inesquecíveis e uma ambientação que beira o poético, essa resenha será um tributo à obra que me marcou profundamente.


[COMENTANDO LEITURAS] I'll Be The Matriarch In This Life, Kim Roah

 


I'll Be The Matriarch In This Life


Logo no início, a história chama atenção por sua abordagem madura de reincarnação: Florentia, ou “Tia” como é chamada, reencarna aos 7 anos com a missão de salvar sua família e mudar sua vida. O enredo foge do clichê leve do "vilã que se redime" — aqui há tensão política, jogos de poder e personagens adultos com motivações reais.






[RESENHA] Um Encontro com Holly, Brittainy Cherry (Record)

Se existe alguém que consegue escrever histórias leves, mas com aquele toque emocional que derrete a gente por dentro, é Brittainy C. CherryUm Encontro com Holly é exatamente isso: água com açúcar da melhor qualidade — com personagens adoráveis, momentos que aquecem o coração e uma narrativa leve mesmo quando flerta com temas mais delicados.

É um romance curtinho, delicado e repleto de cenas memoráveis (sim, eu ainda lembro de vários trechos mesmo depois do tempo ter passado), e que me marcou pela simplicidade acolhedora. Aquele tipo de livro que você lê em dois dias e depois fica desejando uma adaptação no estilo “filme de domingo com cobertor e chocolate quente”.


[COMENTANDO LEITURAS] How to Get My Husband on My Side, Siru

 



How to Get My Husband on My Side


Mais uma vilã reencarnada tentando sobreviver? Sim — mas dessa vez com coração, dor real e um romance que cresce como flor no inverno. How to Get My Husband on My Side é sensível, envolvente e deixa saudade a cada capítulo. Uma leitura linda, mesmo com o hiato apertando o coração.





[COMENTANDO LEITURAS] Under the Oak Tree, de Kim Soo-ji

 




Under the Oak Tree


Uma protagonista vulnerável, um cavaleiro gigante e uma jornada de cura em meio a intrigas palacianas. Under the Oak Tree é um manhwa de tirar o fôlego — com arte impecável, romance de crescimento lento e personagens que conquistam aos poucos. Vem descobrir por que essa leitura me pegou de jeito!







[RESENHA] Landon & Shay (#1), Brittainy C. Cherry (Record)



Quem já leu Brittainy C. Cherry sabe que ela tem uma fórmula infalível: pessoas quebradas + amor inesperado + um toque de poesia = romance que derrete a alma. E em Landon & Shay, essa fórmula continua funcionando lindamente.

Lançado no Brasil em 2024 pela Editora RecordLandon & Shay traz dois protagonistas marcados por traumas, tentando se manter à tona em um mundo que insiste em puxá-los para baixo. E apesar de tratar de temas delicados, o livro consegue equilibrar o peso da dor com a leveza do amor, entregando aquele clássico "romancezinho com sustância" que Brittainy sabe fazer tão bem.

Você sente a dor dos personagens, sim, mas também se agarra com força à esperança que cresce entre eles — porque no fim, como sempre com Brittainy, as coisas dão certo. E isso já basta pra gente continuar acreditando no amor.

[RESENHA] O Rei da Terra do Nunca, de Nikki St. Crowe (Universo dos Livros)

 

Você já se perguntou o que aconteceria se Peter Pan fosse reimaginado como um bad boy sombrio, sensual e completamente insaciável? É exatamente essa a proposta de O Rei da Terra do Nunca, primeiro volume da série Vicious Lost Boys, escrita por Nikki St. Crowe.

Publicado em 2022, esse livro faz parte da febre do dark romance erótico que mistura contos de fadas com muito desejo, tensão sexual e personagens moralmente duvidosos. Se você está esperando uma releitura encantadora do clássico infantil... melhor ajustar suas expectativas. Aqui, Peter não salva ninguém — ele devora.

Mas será que a história entrega mais do que um elenco bonito em situações calientes?

[COMENTÁRIOS] Antes De Partir, Colleen Oakley (Bertrand Brasil)

 


Título Original: Before I Go
Título em Português: Antes De Partir
Ano: 2016
Autor/Autora: Colleen Oakley
Tradutor/Tradutora: 
Editora: Bertrand Brasil
Gêneros: Drama / Literatura Estrangeira / Romance / Ficção
Páginas: 320
Papel: Polém Soft

[COMENTÁRIO]
Daisy foi uma personagem que me irritou praticamente o livro inteiro. As crises, a necessidade de procurar uma nova esposa para o marido e tal... Por algumas vezes precisei fazer uma pausa, já que a vontade de estrangulá-la era grande.

Quando estava mais para o final do livro, comecei a pensar se ela era realmente não insuportável. A verdade é que Daisy tinha que enfrentar um câncer terminal aos 27 anos e pensar em coisas que as pessoas adiam porque tem muito tempo e descobrir que na verdade podem não ter, me fez considerar que o desespero dela por certas coisas era verossível com toda a situação.

Diagramação confortável, folhas amareladas. Narrativa tranquila e fluida, consegui começar e terminar a leitura em um dia.

Dica da Ari: Apenas passatempo

Personagem favorito do livro: Jack
Cena marcante: Nenhuma




Sinopse oficial:
Na véspera do que esperava ser uma triunfante comemoração de três anos livre do câncer, Daisy, 27 anos, sofre um golpe devastador: seu médico lhe diz que a doença está de volta, desta vez ainda mais agressiva. Tendo apenas de quatro a seis meses de vida, ela está apavorada com o que será de seu marido, Jack, quando não estiver mais lá para cuidar dele. Esse medo tira seu sono, até que uma solução lhe vem à mente: ela precisa encontrar outra mulher para ele. Com uma determinação singular, Daisy visita parques, cafeterias e sites de relacionamento à procura do par perfeito para Jack. Mas, à medida que ela avança em sua busca, ela se vê forçada a decidir o que é mais importante no curto tempo que lhe resta: a felicidade de seu marido ou a sua própria?


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[COMENTÁRIOS] Amor Verdadeiro Na Livraria dos Corações Solitários (A Livraria dos Corações Solitários #2) (VERUS)


Título Original: True Love at the Lonely Hearts Bookshop
Título em Português: Amor Verdadeiro Na Livraria dos Corações Solitários A Livraria dos Corações Solitários # 2
Ano: 2018
Autor/Autora: Annie Darling
Tradutor/Tradutora: Cecilia Camargo Bartalotti
Editora: Verus
Gêneros: Chick-lit / Ficção / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 336
Papel: Off-white

O que motivou a leitura?
A sinopse e a capa bonita =)

[COMENTÁRIO]
Nada como um enredo bem clichê pra uma leitura rápida em dias de chuva, certo? Certo!!

Confesso que rolou um receio por causa dos comentários no SKOOB; mas, no fim, deu super certo pra mim e meu dia cinzento. Verity é uma personagem mais ou menos, assim como o Johnny (rolou um certo desgosto no nome desse aiai...). Narrativa e desenvolvimento medianos, você sabe onde e como as coisas vão acabar, o que não impediu que eu desse boas risadas e ficasse com vergonha alheia em mais de uma cena (socorro, Verity!!).

Diagramação tranquilinha para manter o ritmo da leitura!

Definitivamente pretendo prosseguir com as leituras de Loucamente Apaixonada Na Livraria dos Corações Solitários e Um Beijo de Inverno Na Livraria dos Corações Solitários!

Dica da Ari: Pegue um cobertor e uma caneca de chá e boa leitura!

Personagem favorito do livro: Verity
Cena marcante: Quando Verity e Johny se conhecem kkk




Sinopse oficial:
Este é mais um romance delicioso da série A Livraria dos Corações Solitários, sobre a vida dos funcionários da livraria, um “alegre bando de desajustados”, que por uma razão ou outra desistiram do amor e, ainda assim, o encontram quando menos esperam. É uma verdade universalmente conhecida que uma mulher solteira, em posse de um bom emprego, quatro irmãs mandonas e um gato carente, deve estar em busca do seu verdadeiro amor. Será? Verity Love — fã de carteirinha de Jane Austen e uma introvertida em um mundo de extrovertidos — está perfeitamente feliz sozinha, muito obrigada. E seu namorado fictício, Peter Hardy, é muito útil para ajudá-la a escapar de eventos sociais indesejados. Mas, quando um mal-entendido a obriga a apresentar um total estranho como namorado para suas amigas, a vida de Verity de repente se torna muito mais complicada. Uma namorada fictícia também pode ser bem útil para Johnny. Indo contra todos os instintos de Verity, ela se deixa convencer a fazer uma parceria com ele para um único verão recheado de casamentos, aniversários e festas no jardim, com apenas uma promessa: não se apaixonarem um pelo outro. Mas isso não tem nem chance de acontecer, pois Verity jurou nunca mais ter um namorado, e o coração de Johnny já tem dona...

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[RESENHA] Algum dia, David Levithan (Galera Record)


Título Original: Someday (Every day #3)
Título em Português: Algum dia
Ano: 2019
Autor/Autora: David Levithan
Tradutor/Tradutora: Ana Resende
Editora: Galera Record
Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 266
Papel: Off-white


O que motivou a leitura?
Eu me apaixonei por A em Todo Dia, li Outro Dia no Kindle e no mesmo instante em que a pré-venda de Algum Dia começou, fiz o pedido!

[RESENHA] - por Ariane
Algum dia veio para concluir a maravilhosa narrativa de David Levithan; ou será que não?

Depois de se apaixonar por Rhiannon e tornar a vida dela uma bagunça homérica, A resolve desaparecer, mas depois de tudo que viveu com A, Rhiannon não pode simplesmente esquecer e seguir sua vida com a pessoa escolhida por A.

Em Todo Dia temos a visão de A desse relacionamento e em Outro Dia temos a visão de Rhiannon. E agora em Algum Dia somos capazes de acessar as memórias e pensamentos de ambos os personagens e mais, conhecemos outros seres como A! Como essas pessoas vivem? Como cada um vive com em seu pequeno dilema e como lida com a troca de corpos todos os dias?

Esses novos personagens acabaram me marcando mais do que os protagonistas nessa terceira leitura. A narrativa Helmut foi uma das que mais me impressionou. Gostaria de ter lido mais sobre sua vida.

A única pessoa que pode me perdoar é a pessoa que não posso deixar livre.

Essa troca de narradores, apesar de não ser confusa, foi um dos pontos em que eu menos curti. Simplesmente porque pareceu que o autor quis apenas despejar outros seres como A, mas seu limite de páginas o impediu de desenvolver cada um deles (e foram muitos).

Outra personagem que me chamou a atenção foi Mona e, pelas poucas linhas contadas por ela, podemos imaginar que tipo de vida teve e como escolheu vivê-la. Suas palavras e sua forma de pensar aqueceram meu coração e me vi refletindo junto com ela.

É claro que, enquanto outros personagens aparecem, temos o confronto de A e X e agora as intenções deste são claras. A maneira como X decidiu viver sua vida... Bem, não posso condená-lo. Em alguns pontos cheguei a concordar com ele.

Mais uma vez David Levithan conseguiu desenvolver uma história em que o amor é apenas isso: amor. Sem precisar de mais. 

O que estou aprendendo é que o coração tem capacidade de amar muitas pessoas. Eu costumava achar que tinha de dar isso a apenas uma pessoa e nunca guardar amor algum para mim mesma. Mas como eu estava errada.


Dica da Ari: Todo dia é o melhor livro da trilogia, definitivamente. A maioria das pessoas não gosta de Outro dia. Algum dia foi uma conclusão previsível, mas não me fez desgostar dela!

Personagem favorito do livro: Em toda a trilogia, meu personagem favorito foi A.
Cena marcante: O capítulo da Mona!

Sinopse oficial: Desde que A consegue se lembrar, a vida significa acordar no corpo de uma pessoa diferente todos os dias, vivendo assim por 24 horas. Sem poder escolher onde será a próxima manhã.
Se apaixonar por Rhiannon não estava em seus planos, mas foi inevitável. Tentando fugir desse amor impossível, A desaparece, acreditando que será o melhor para o casal. Mas as lembranças ainda estão impressas em Rhiannon e não existe um dia em que a garota não sinta saudades.
Enquanto isso, A continua com o coração partido, acreditando ser a única pessoa no mundo que troca de corpo todos os dias. Mas A estava errado. Há outros. X está à sua procura e não medirá esforços até conseguir um encontro. X alega querer apenas conversar, mas será que suas intenções são só essas? Será que X tem as respostas que A tanto busca? Mas a que preço?
Muito mais do que uma história de amor, "Algum Dia" narra as múltiplas vivências de A, ora como um adolescente vitima de bullying, ora como um garoto lutando contra a pobreza, para falar da importância da empatia e tocar em uma profunda questão filosófica: o que nos torna humanos?

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[RESENHA] Agora e para sempre Lara Jean, Jenny Han (Intrínseca)


Título Original: Always and Forever, Lara Jean (To All the Boys I've Loved Before #3)
Título em Português: Agora e Para Sempre, Lara Jean (Para Todos os Garotos Que Já Amei #3)
Ano: 2017
Autor/Autora: Jenny Han
Tradutor/Tradutora: Regiane Winarski
Editora: Intrínseca
Gêneros: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 304
Papel: Pólen soft 70g/m²
Sinopse oficial: Em Para todos os garotos que já amei, as cartas mais secretas de Lara Jean — aquelas em que se declara às suas paixonites platônicas para conseguir superá-las — foram enviadas aos destinatários sem explicação, e em P.S.: Ainda amo você Lara Jean descobriu os altos e baixos de estar em um relacionamento que não é de faz de conta. 
Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa. Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás. 
Quando o coração e a razão apontam para direções diferentes, qual deles se deve ouvir?

O que motivou a leitura?
Há alguns anos uma amiga me emprestou os dois primeiros livros da trilogia, mas a Intrínseca ainda não tinha lançado o último. Acabou que priorizei comprar vários outros livros antes e~ Tcham! Ganhei a trilogia de presente de aniversário esse ano e finalmente terminei! |o|

[RESENHA] - por Ariane
Lara Jean mudou! Ela não é mais a menina assustada, insegura e sem amigos dos primeiros dois livros; pelo contrário, agora ela é uma garota com amigos de verdade e um namorado incrível. Após passar por diversos problemas, a vida de Lara Jean parece finalmente estar perfeita! Seu namoro com Peter segue firme e forte, seu relacionamento com a família também está às mil maravilhas; inclusive seu pai está prestes a se casar novamente e sua madrasta será sua vizinha de longa data, a sra. Rothschild! E, claro, nossa protagonista está nas alturas com o acontecimento! Além disso, agora que está no último ano do ensino médio, Lara Jean já tem certeza de onde quer estudar: UVA. Seu desejo de permanecer perto da família e, claro, de Peter - que já tem sua vaga garantida - só dão a ela mais certeza de onde quer estar. 

Bem, pelo menos até que nossa adorável protagonista asiática recebe uma notícia bombástica (e talvez catastrófica) que faz com que ela tenha que reavaliar tudo que ela acha quer. Com opções diferentes (e talvez até academicamente melhores para escolher), Lara Jean precisa decidir se vai manter seus planos originais ou seguir por um caminho completamente diferente. 

Pois é, a vida de adulto está chegando e as novas dificuldades também! Além de tentar organizar cada mínimo detalhe da festa de casamento do segundo casamento do pai - e tentar conciliar isso com a irmã mais velha que parece não gostar nada da ideia -, terminar o colégio com notas boas, ela precisa decidir se deve deixar de seguir o conselho da mãe e ir para a faculdade namorando!

É assim que acontece? Você se apaixona e nada mais parece assustador, e a vida é apenas uma grande possibilidade?


A escrita de Jenny Han continua perfeita, maravilhosa! Enquanto lia eu conseguia re-lembrar das minhas próprias inseguranças nessa época, principalmente voltadas para a faculdade: também precisei escolher entre o lugar que eu queria ir e a proximidade com a minha família.

Foi muito legal acompanhar essa jornada de auto-conhecimento e amadurecimento da Lara Jean, de todas as formas, é algo que qualquer pessoa pode passar ou já passou: o leitor consegue se ver na protagonista. É possível entender os medos e anseios dela.

- Ser vulnerável, deixar pessoas se aproximarem, se magoar... tudo isso é parte de estar apaixonado.

E... Aaaaah! O romance entre e Peter.... Só consigo suspirar! A autora intercala os momentos alegres do casal com o drama do surgimento do pai ausente do mocinho e a maneira com que ele e Lara Jean reagem (e agem) diante dos novos acontecimentos. A maneira como a protagonista quer muito (muito mesmo) a aproximação dos dois, mas ao mesmo tempo ela procura entender as hesitações do namorado só deixam claro como água cristalina como o relacionamento deles foi construído.

O desfecho de Agora e Para Sempre, Lara Jean não foi um 10/11; contudo, foi extremamente condizente com a construção da narrativa. Como sou alguém que sempre quer um pouco mais, desejei muito por um epílogo, mesmo não sendo necessário, eu gostaria de ficar um pouco mais com a Lara Jean e com o Peter!!

Personagem favorito do livro: Peter!
Cena marcante: A cena em que Lara Jean e Peter dançam no casamento =)

Onde comprar?

[RESENHA] Legado, Hugh Howey (Intrínseca)


Título Original: Dust (Silo #3)
Título em Português: Legado
Ano: 2016
Autor/Autora: Hugh Howey
Tradutor/Tradutora: Edmundo Barreiros
Editora: Intrínseca
Gêneros: Ficção / Distopia / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 368
Papel: 
Sinopse oficial: SILO apresentou o abrigo e seus habitantes. ORDEM contou a história de sua formação. LEGADO relata sua ruína. 

A batalha pelo Silo já foi vencida. A guerra pela humanidade só está começando. É um tempo em que, para sobreviver, os humanos precisam se manter em cidades subterrâneas, aprisionados, sem ligação com o mundo lá fora. Esse é o universo de Silo, a série de ficção científica e fantasia escrita por Hugh Howey. 
Juliette, uma operária nascida nos subterrâneos, é a heroína da trama apocalíptica. Em Legado, ela se torna prefeita do Silo 18, que está se recuperando de uma rebelião. Seu governo encontra grande resistência por causa da controversa escavação para resgatar os supostos sobreviventes do Silo 17, uma empreitada vista com desconfiança que está espalhando o medo entre os moradores do Silo 18.
Como se isso não fosse um desafio grande o bastante, Juliette também recebe transmissões de Donald, a voz que alega ser líder do Silo 1 e está disposta a ajudar — mas também é capaz de fazer ameaças horríveis. Talvez Donald não seja o monstro que Juliette vê. Quem sabe ele não é a peça-chave para a salvação de toda a espécie humana? Mas será que ainda há tempo? 
No último volume da série Silo, as escolhas de Donald e Juliette podem mudar o mundo… ou extingui-lo de vez

O que motivou a leitura?
Silo -> Ordem -> Legado! =) Os dois primeiros livros garantiram a leitura do terceiro e último.

[RESENHA] - por Ariane
Em LegadoHugh Howey alterna os capítulos entre o Silo 18, 17 e o Silo 1, os personagens e suas histórias começam a se conectar. Após dezenas de anos vivendo em um ambiente lacrado e com limitações quase extremas, a população do Silo 18 enfrenta agora as ideias da obstinada prefeita Juliette; que retornou e agora precisa cumprir a promessa que fez aos amigos do Silo 17. Acontece que para isso, Juliette precisa enfrentar as pessoas de seu próprio silo.

É. Nossas ações, sabe? Elas duram para sempre. Não importa o que for que a gente decida fazer, vai continuar para sempre sendo o que fizemos. Não tem como desfazer uma ação.

Juliette agora é considerada uma ameaça pelos habitantes de seu próprio silo e até mesmo Lukas está tendo dificuldades de protegê-la. Enquanto isso ele conversa com Donald, do Silo 1, e descobre cada vez mais sobre a construção dos silo e do mundo de antes. E Donald também se vê ameaçado quando sua liderança começa a ser questionada após surgirem evidências de assassinato na sala de congelamento profundo.

Dentre os três, o que acabei me empolgando mais para ler foi Ordem e acabei enrolando mais de dois anos para ler a conclusão da trilogia. De uma forma geral, Legado me agradou bastante. Algumas das atitudes de Juliette me irritaram bastante, mas isso também a torna muito humana. Donald ganhou muito do meu respeito, assim como Anna.

Com o destino de milhares de pessoas estão nas mãos de Juliette e Donald e eles precisam tomar decisões difíceis para salvar o maior número delas, já que salvar a todos parece impossível. A curiosidade para saber quais atitudes cada personagem tomaria diante de uma escolha difícil mantém o leitor focado até o fim.

E estou começando a achar que as pessoas que mandamos para a limpezas eram as pessoas boas. Muita gente boa só ficou quieta, com medo de agir. (...) Mas o que eles poderiam fazer, mesmo sendo prefeitos? No fundo, não eram eles que mandavam. Quem estava no comando mantinha nossas ambições sob controle.

Legado conta com várias críticas e convites à reflexão que estão bem longe da ficção. Como disse a  resenha de Recantodami "Hugh reitera o seu alerta a respeito do sistema de governo atual, a luta pela verdade, e a busca pela esperança de se viver em um mundo melhor, quebrando amarras, paradigmas e se rebelando. Além disso ele enfatiza muito a necessidade da mulher ir atrás da sua voz e do seu lugar na sociedade, tantas vezes sufocada pelo sistema patriarcal".  

Apesar de ter enrolado para ler Legado, acabei engatando bem rápido após começar a leitura. O enredo não me surpreendeu e o final não me decepcionou, mas fiquei com a sensação de "Oi" para várias questões levantadas pelo autor e não resolvidas. O único problema foi que Hugh Howey Hugh Howey criou uma trilogia incrível, mas deixou várias questões em aberto e mal resolvidas. O epílogo não acrescentou muito e ele pareceu sofrer para finalizá-la. O desfecho ficou bastante corrido, o que destoa bastante do restante de todo o resto da narrativa.

Para quem curte distopia, a trilogia Silo vale a pena a leitura! E a recomendação é que o leitor não deixe a leitura de um livro para o outro muito espaçada, porque é possível que você perca o fio da meada e os detalhes passem batido! =)


Personagem favorito do livro: Donald.
Cena marcante: Nenhuma.

Onde comprar?

[RESENHA] É Assim que Acaba, Colleen Hoover (Galera Record)



Título Original: It Ends with Us
Título em Português: É Assim que Acaba
Ano: 2018
Autor/Autora: Colleen Hoover
Tradutor/Tradutora: Natalia Gerhardt
Editora: Galera Record
Gêneros: Jovem Adulto / Ficção / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 368
Papel: 
Sinopse oficial: Um romance sobre a força necessária para fazer as escolhas corretas nas situações mais difíceis. Da autora das séries Slammed e Hopeless.
Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. Ela percorreu um longo caminho desde a infância, em uma cidadezinha no Maine: se formou em marketing, mudou para Boston e abriu a própria loja. Então, quando se sente atraída por um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo parece perfeito demais para ser verdade. Ryle é confiante, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e se sente atraído por Lily. Porém, sua grande aversão a relacionamentos é perturbadora. Além de estar sobrecarregada com as questões sobre seu novo relacionamento, Lily não consegue tirar Atlas Corrigan da cabeça — seu primeiro amor e a ligação com o passado que ela deixou para trás. Ele era seu protetor, alguém com quem tinha grande afinidade. Quando Atlas reaparece de repente, tudo que Lily construiu com Ryle fica em risco. Com um livro ousado e extremamente pessoal, Colleen Hoover conta uma história arrasadora, mas também inovadora, que não tem medo de discutir temas como abuso e violência doméstica. Uma narrativa inesquecível sobre um amor que custa caro demais.

O que motivou a leitura?
Já não é segredo pra ninguém que acompanho cada livro publicado no Brasil que seja escrito pela Colleen Hoover. Tentei comprar É Assim que Acaba na BIENAL de 2018, mas ele já tinha esgotado. Muita gente estava comentando sobre esse livro e acabou que ganhei ele de natal do meu primo =)

[RESENHA] - por Ariane
É engraçado e desesperador como Colleen Hoover consegue me fazer amar cada um de seus livros. Sem Esperança (RESENHA) é um livro que eu amo, só que Talvez Um Dia (RESENHA) também ganhou boa parte do meu coração e agora... É Assim que Acaba.

Nesta nova narrativa, Colleen Hoover nos apresenta outra difícil temática: violência doméstica. Vamos conhecer Lily, uma mulher que passou a infância vendo a mãe sofrer nas mãos do pai e que, agora adulta, se muda e tem o sonho de abrir sua própria floricultura. Por um acaso do destino ela conhece Ryle, um homem sonha em ser o melhor neurocirurgião da cidade e que não se envolve sério com mulher alguma.

O relacionamento deles é muito adorável, eles se completam de forma incrível e tem a brincadeira da "Verdade Nua", em que eles precisam dizer um ao outro algo extremamente sincero! A química entre os dois é perfeita e a relação entre eles não parece ter como ficar melhor.

É aí que nossa adorável autora resolve apresentar pra valer a temática principal do livro. Dividido em dois momentos, É Assim que Acaba, conta dois momentos da vida de Lily: sua época de infância e seu primeiro amor, Atlas,; e sua vida adulta, ao lado de seu marido e tentando manter sua família recém construída.

Só porque uma pessoa te machuca não significa que podemos simplesmente parar de amá-la. Não são as ações de uma pessoa que nos machuca. É o amor. Se não tem amor ligado a ação, a dor seria um pouco mais fácil de aguentar.

Num segundo momento, a protagonista começa a perceber o quão é parecida com sua mãe. Lily tenta achar justificativas para o comportamento de Ryle a todo instante, inclusive culpando-se por causar tais reações no companheiro. E mais uma vez temos uma garota forte e incrível se esforçando para fazer o relacionamento dar certo, tendo esperanças de que se não pisar na bola, tudo dará certo.

Acho que estive enrolando para escrever essa resenha simplesmente porque... é muito difícil. Eu me apaixonei pela Lily. Eu me apaixonei de verdade por Ryle, mais até do que por Atlas! Presenciar as agonias e sofrimentos vividos pela protagonista e se pegar pensando o mesmo que ela, desejando que Ryle mude, torcendo para ele mudar...

O contato pessoal de Colleen Hoover com o assunto (que ela descreve nas últimas páginas do livro) faz com que o leitor sinta o que os personagens estão passando. Ela consegue guiar muito bem a trama e é absurdo como ela é capaz de induzir o leitor, da forma mais natural possível, a sentir empatia pelo casal principal. O enredo se desenvolve devagar, a leitura é fluída e a escrita é simples, como acontece em todos os livros da autora.

Todo mundo erra. O que determina o caráter de uma pessoa não são os erros cometidos. É como ela usa esses erros e os transforma em aprendizados, não em desculpas.

Por fim, é óbvio que a autora não ia dar um desfecho triste para Ryle e Lily. Como li na resenha do Livros&Citações "Colleen terminou o livro mostrando que só porque você passou pelo inferno, isso não significa que não há um céu esperando por você".

E continue a nadar~ =)

Personagem favorito do livro: Sou incapaz de escolher. Allysa, Ryle, Lily.... provavelmente todos eles!
Cena marcante: A última antes do epílogo!

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[RESENHA] International Guy: Milão, San Francisco, Montreal, Audrey Carlan (Verus)


Título Original: International Guy: Milão, San Francisco, Montreal (International Guy #2)
Título em Português: International Guy: Milão, San Francisco, Montreal (International Guy #2)
Ano: 2018 
Autor/Autora: Audrey Carlan
Tradutor/Tradutora: Sandra Martha Dolinsky
Editora: Verus
Gêneros: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 416
Papel: Não informado
Sinopse oficial: International Guy é a agência de Parker Ellis, um dos maiores especialistas do mundo em vida e amor, que tem como missão ajudar as mulheres em questões tão diversas quanto se sentir sexy e poderosas, aprender a administrar um império empresarial ou conquistar o homem dos seus sonhos. Parker e seus dois sócios atendem mulheres ricas do mundo todo, como atrizes de Hollywood, membros da realeza e CEOs de multinacionais bilionárias. E, às vezes, eles não podem evitar que as coisas esquentem e vão parar na cama de suas clientes. Literalmente. Parker adora sua vida de playboy e não está procurando compromisso. Afinal, há um mundo inteiro à sua frente: os negócios o levam de Paris a Milão, de Berlim ao Rio de Janeiro. Mas, conforme ele pula de cidade em cidade ― e de cama em cama ―, é possível que acabe encontrando mais que sexo ao longo do /aminho... 

No segundo volume da série, o trabalho começa em Milão, onde os executivos vão ajudar mulheres comuns a descobrir a arte da sedução. O próximo compromisso é com uma empresária de San Francisco em busca de um parceiro. A terceira cliente, uma CEO de Montreal, desconfia de que há um espião em sua equipe ― e faz uma proposta tentadora a Parker, abalado após uma traição.

O que motivou a leitura?
Como resistir à continuações? =) Ganhei esse de presente e Natal da minha irmã!

[RESENHA] - por Ariane
International Guy: Milão, San Francisco, Montreal se passa após Copenhague e, particularmente, acho que é bem difícil acompanhar o segundo volume sem ter lido o primeiro. Por isso recomendo a leitura na sequência.

Após fotos sensuais entre Parker Ellis e Skyler Paige vazarem e a International Guy ser bombardeada por paparazzi, Parker embarca para Milão. Ele e sua equipe precisam ajudar mulheres reais a se sentirem poderosas em um desfile de lingerie.

O problema? Elas não são profissionais. Elas são mulheres reais - suaves, luxuriosas e inexperientes. Elas precisam da International Guy para lhes mostrar como abraçar sua sensualidade nos desfiles.

Bogart Montgomery - ou Bo - viaja com Parker a fim de ajudá-lo na tarefa com as modelos. Mas depois de várias tentativas, parece que a International Guy está tendo mais dificuldade do que deveria e talvez eles precisem de uma ajuda extra para concluir o trabalho.

Enquanto tenta se concentrar em terminar o serviço o mais rápido possível, Parker não consegue parar de pensar em sua relação com Skyler e em como a mulher de seus sonhos deixou Copenhague repentinamente e tem evitado falar com ele, além de todas as mídias estarem divulgando o relacionamento dos dois.

Na segunda história, Parker vai parar em San Francisco e desta vez é Royce Sterling, que o acompanha; ou melhor, pelo andar da carruagem parece que é Parker que é o acompanhante de Roy. Contratados para encontrar o par ideal para uma CEO deslumbrante e poderosa, a relação entre os sócios começa a estremecer na mesma medida em que a atração de Roy pela cliente aumenta. 

Parker tem certeza de que Rochelle Renner não é a mulher certa para Roy, mas seu sócio não parece concordar com ele e acaba se envolvendo mais do que deveria, causando problemas na finalização do trabalho. E enquanto ele tenta colocar bom senso na cabeça do sócio, Skyler começa a ser ameaçada pelo ex-namorado, que pretende expor fotos comprometedoras da atriz na mídia!

Na terceira e última história, em Montreal, a equipe da International Guy precisa descobrir quem está vendendo segredos da empresa de sua mais nova cliente. Parker, Bo, Roy e até mesmo Wendy se infiltram para concluir este trabalho.

Com sua vida pessoal e amorosa uma completa bagunça, Parker se vê testado pela nova cliente - que parece querer muito mais do que apenas alguém para achar o ladrão -, e se vê em dificuldade para resistir à tentação de uma boa diversão quando tudo que ele quer é esquecer os problemas que o cercam.

Só que em questão de segundos, a vida dos membros da IG é colocada em perigo! E quando um deles está a beira da morte, os demais precisam lidar com as consequências de uma tragédia iminente.

Neste segundo volume confesso que não fiquei tão apaixonada. Eu queria chutar o Parker muitas vezes... o Roy me deixou bastante irritada na história de San Francisco, acho que foi a história que menos gostei. Na história de Montreal.... Foi chocante como a Audrey Carlan escreveu a reviravolta. Meu coração quase saiu pela boca!

Apesar de não ter gostado tanto de International Guy: Milão, San Francisco, Montreal, confesso que não teria deixado de ler, porque estou bastante ansiosa para ler o desfecho do relacionamento entre Skyler e Parker! E se tiver um pouco mais da história Wendy, melhor ainda!!


Personagem favorito do livro: Ainda a maravilhosa secretária~ Wendy!
Cena marcante: =) A cena que a Wendy fica com vergonha de falar com o Parker!

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[RESENHA] Volte para Mim, Paola Aleksandra (Essência)


Título Original: Volte para Mim
Ano: 2018
Autor/Autora: Paola Aleksandra
Editora: Essência
Gêneros: Ficção / Literatura Brasileira / Romance
Páginas: 304
Papel: Não informado
Sinopse oficial: Aos dezesseis anos, Brianna Hamilton fugiu da Inglaterra para a Escócia, abandonando sua família e as obrigações como herdeira de um duque. Em meio aos prados escoceses, a jovem encontrou refúgio e descobriu mais sobre a mulher que desejava ser. Mas, onze anos após a fuga, uma dolorosa verdade fará com que ela deseje nunca ter partido. 

Voltar será como relembrar o passado, a fuga, o medo e as escolhas que precisou fazer. E, enquanto luta para reconquistar seu lugar junto à família, Brianna precisará superar Desmond Hunter, melhor amigo e primeiro amor, que anos atrás ela escolheu deixar para trás. 

Volte para mim é um romance arrebatador sobre recomeços, sentir-se inteira e, acima de tudo, confiar no amor.

O que motivou a leitura?
Há algum tempo acompanho o canal do Livros & Fuxicos e confesso que o amor da Paola por romances de época me deu muita vontade de ler um. Acabei escolhendo o dela mesmo e cá estamos nós =)

[RESENHA] - por Ariane
Como é bom começar o ano de 2019 com a resenha de um livro nacional!! E este ano estou cheia deles para colocar em dia =) Então, 'bora lá! 

Volte para Mim é o livro de estreia da Paola Aleksandra, do Livros&Fuxicos (AQUI) e, como era de se esperar vindo dela, se trata de um romance de época!

Paola Aleksandra nos apresenta à família Hamilton; nossa protagonista é Brianna, a filha mais velha do duque Hamilton e uma garota de espírito livre, que ama a natureza, cheia de originalidade e que não segue à risca todas as regras da sociedade da época. Por ter sido criada fora de Londres, Brianna e sua irmã caçula, Malvina, não são o que se espera de garotas da época. 

Sua mãe, Rowena, é filha de uma importante e antiga família escocesa e desde o nascimento das filhas ela conta histórias e suas aventuras de adolescente em sua terra natal, fazendo com que as garotas crescessem divididas entre seu amor pela Inglaterra e pela Escócia. Contudo, apesar da insistência e Brianna em conhecer a Escócia e seu avô materno, seus pedidos eram sempre recusados com desculpas.

Foi somente no período de seu debut na sociedade londrina que Brianna descobriu o porquê. Incrédula e incapaz de aceitar que sua família diga como viver sua vida, ela decide fugir e se refugiar com seu avô escocês para descobrir mais sobre ela e sobre quem quer ser.

O problema é: Incapaz de continuar distante quando sua mãe adoece, nossa adorável protagonista decide voltar à Inglaterra depois de muitos anos e agora tudo que ela conhecia se foi. Brianna precisa encarar as conseqüências de suas escolhas, encarar seus medos, seus receios e as pessoas que deixou para trás. Entre eles está Desmond Hunter, seu primeiro amor, seu melhor amigo e aquele que a ajudou a fugir com a promessa de que ela retornaria para seus braços.

Em silêncio pondero minhas opções. Posso acreditar que estou alucinando devido à queda ou aceitar que Desmond Hunter está a poucos metros de distância, encarando-me com um dos olhares mais raivosos que já recebi na vida.


Volte para Mim foi uma agradável surpresa. Apesar de eu achar os motivos que mantiveram o casal principal separado meio bobos, tenho que parar para pensar que a época da narrativa faz bastante diferença. A comunicação não era tão rápida quanto hoje em dia e homens e mulheres não podiam conversar da mesma maneira que atualmente. Com certeza isso faz diferença.

Já faz algum bom tempo (alguns anos) desde que li um romance de época e confesso que gostei. A Paola tem uma linguagem simples, sem detalhar em excesso. Os personagens secundários são umas graças e talvez eu tenha me apegado muito muito à Malvina. Achei a trama dela tão (ou um pouco mais) interessante do que a da protagonista e gostei como as duas se resolveram.

Apesar de o desfecho ser previsível (sério, dependendo da época, é muito bom ler livros previsíveis!) e a falta de plot twist, é um livro excelente para passar o tempo e ter uma leitura rápida e prazerosa. Com certeza Volte para Mim criou um caminho novo para mim nos romances de época!

Uma coisa valiosa que aprendi nos últimos meses é que a vida que queremos levar sempre será a que escolhemos enxergar.


Personagem favorito do livro: Malvina
Cena marcante: O rompimento entre Malvina e Rowena.

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