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[RESENHA] Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (As Maldições Ancestrais #1), Cassandra Clare & Wesley Chu (Galera Record)


Título Original: The Red Scrolls of Magic (The Eldest Curses #1)
Título em Português: Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (As Maldições Ancestrais #1)
Ano: 2019
Autor/Autora: Cassandra Clare & Wesley Chu
Tradutor/Tradutora: Ana Resende
Editora: Galera Record
Gêneros:Fantasia / Ficção / LGBT / GLS / Literatura Estrangeira
Páginas: 294
Papel: Off-white - Minion Pro, em corpo 11/14


O que motivou a leitura?
Declaro aqui, neste exato post e momento, meu amor fiel ao casal Malec =)

[RESENHA] - por Ariane
Os Pergaminhos Vermelhos da Magia foi a primeira leitura de 2020. Teria como começar melhor? Não! Definitivamente! Malec é um dos meus casais favoritos da vida e seria mais do que óbvio que eu passaria esse lançamento na frente de todos os outros livros (que neste exato instante estão me olhando com suas páginas julgadoras).

Deixando minha tara pelo casal principal de lado por algumas linhas, Os Pergaminhos Vermelhos da Magia é o primeiro livro de As Maldições Ancestrais, focada em Magnus Bane e Alexander Lightwood e começa com as férias Magnus e Alec entre Cidade de Vidro e Cidade dos Anjos Caídos.

A trama deste primeiro volume é bem simples e a verdade é que o verdadeiro vilão está bem na cara desde o começo. O mais encantador de tudo é poder retroceder um pouco e acompanhar o amadurecimento dos sentimentos e da relação de Magnus e Alec. Agora conhecemos os maiores medos e dores do feiticeiro, suas inseguranças diante de um novo amor que traz sentimentos diferentes de tudo já sentido antes. Lembro de - nos primeiros livros - achar Alec bastante inseguro com o relacionamento de ambos, mas após ler Os Pergaminhos Vermelhos da Magia percebi que ele não era o único portador de insegurança.

Além de presenciar novidades deste relacionamento, somos apresentados a história de um outro casal: Helen Blackthorn e Aline Penhallow! E, NOSSA! Elas são uma gracinha! Apesar de ambas terem uma presença muito mais marcante em Os Artifícios das Trevas, para pessoas que, assim como eu, leram Os Pergaminhos Vermelhos da Magia antes, tiveram uma experiência diferente ao presenciá-las junto a família Blackthorn.

Antes de nós ficarmos juntos — começou ele —, eu sentia muita raiva e magoava as pessoas porque eu sentia dor. Ser gentil quando você sente dor… é difícil. A maioria das pessoas se esforça para fazer isso em épocas melhores. O demônio que lançou aquele feitiço não poderia imaginar isso. Mas dentre todos aqueles vultos idênticos, uma pessoa hesitou na hora de machucar alguém, mesmo no momento de maior horror. Tinha que ser você.

O livro tem o equilíbrio perfeito entre o drama - que aborda temas importantes como o preconceito, aceitação e sexualidade -, a comédia e a ação (típica do mundo dos caçadores de sombra!). Os fãs do universo podem rever alguns de seus amados personagens e conhecer novas histórias. Já para os novos leitores, a história tem começo-meio-e-fim, mas é provável que não seja uma experiência completa se não houver um conhecimento prévio do universo!

Dica da Ari: 
Amem Magnus Bane e Alexander Lightwood, mas não esqueçam da Helen e da Aline <3

Personagem favorito do livro: Magnus, apesar de eu ter uma quedinha abissal pela Aline.
Cena marcante: Resgate Magnus Bane número 41545641569! =)

Sinopse oficial:
Tudo o que Magnus Bane queria era aproveitar suas férias pela Europa com Alec Lightwood, o Caçador de Sombras que, contra todas as probabilidades, finalmente é seu namorado. Mas assim que os dois se instalam em Paris, uma velha amiga chega com notícias sobre um culto de adoração a demônios chamado A Mão Escarlate, que está empenhado em causar o caos em todo o mundo – um culto que, aparentemente, foi fundado pelo próprio Magnus, anos atrás. Agora, Magnus e Alec vão percorrer o continente europeu para rastrear A Mão Escarlate e seu novo e ilusório líder antes que o culto cause ainda mais danos. Como se não fosse suficientemente ruim que suas férias românticas tivessem sido desviadas do trajeto original, os demônios agora estão perseguindo todos os seus passos, e está se tornando cada vez mais difícil distinguir amigos de inimigos. À medida que sua busca por respostas se torna cada vez mais complexa, Magnus e Alec precisarão confiar um no outro mais do que nunca - mesmo que isso signifique revelar os segredos que ambos mantêm.

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[RESENHA] Algum dia, David Levithan (Galera Record)


Título Original: Someday (Every day #3)
Título em Português: Algum dia
Ano: 2019
Autor/Autora: David Levithan
Tradutor/Tradutora: Ana Resende
Editora: Galera Record
Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 266
Papel: Off-white


O que motivou a leitura?
Eu me apaixonei por A em Todo Dia, li Outro Dia no Kindle e no mesmo instante em que a pré-venda de Algum Dia começou, fiz o pedido!

[RESENHA] - por Ariane
Algum dia veio para concluir a maravilhosa narrativa de David Levithan; ou será que não?

Depois de se apaixonar por Rhiannon e tornar a vida dela uma bagunça homérica, A resolve desaparecer, mas depois de tudo que viveu com A, Rhiannon não pode simplesmente esquecer e seguir sua vida com a pessoa escolhida por A.

Em Todo Dia temos a visão de A desse relacionamento e em Outro Dia temos a visão de Rhiannon. E agora em Algum Dia somos capazes de acessar as memórias e pensamentos de ambos os personagens e mais, conhecemos outros seres como A! Como essas pessoas vivem? Como cada um vive com em seu pequeno dilema e como lida com a troca de corpos todos os dias?

Esses novos personagens acabaram me marcando mais do que os protagonistas nessa terceira leitura. A narrativa Helmut foi uma das que mais me impressionou. Gostaria de ter lido mais sobre sua vida.

A única pessoa que pode me perdoar é a pessoa que não posso deixar livre.

Essa troca de narradores, apesar de não ser confusa, foi um dos pontos em que eu menos curti. Simplesmente porque pareceu que o autor quis apenas despejar outros seres como A, mas seu limite de páginas o impediu de desenvolver cada um deles (e foram muitos).

Outra personagem que me chamou a atenção foi Mona e, pelas poucas linhas contadas por ela, podemos imaginar que tipo de vida teve e como escolheu vivê-la. Suas palavras e sua forma de pensar aqueceram meu coração e me vi refletindo junto com ela.

É claro que, enquanto outros personagens aparecem, temos o confronto de A e X e agora as intenções deste são claras. A maneira como X decidiu viver sua vida... Bem, não posso condená-lo. Em alguns pontos cheguei a concordar com ele.

Mais uma vez David Levithan conseguiu desenvolver uma história em que o amor é apenas isso: amor. Sem precisar de mais. 

O que estou aprendendo é que o coração tem capacidade de amar muitas pessoas. Eu costumava achar que tinha de dar isso a apenas uma pessoa e nunca guardar amor algum para mim mesma. Mas como eu estava errada.


Dica da Ari: Todo dia é o melhor livro da trilogia, definitivamente. A maioria das pessoas não gosta de Outro dia. Algum dia foi uma conclusão previsível, mas não me fez desgostar dela!

Personagem favorito do livro: Em toda a trilogia, meu personagem favorito foi A.
Cena marcante: O capítulo da Mona!

Sinopse oficial: Desde que A consegue se lembrar, a vida significa acordar no corpo de uma pessoa diferente todos os dias, vivendo assim por 24 horas. Sem poder escolher onde será a próxima manhã.
Se apaixonar por Rhiannon não estava em seus planos, mas foi inevitável. Tentando fugir desse amor impossível, A desaparece, acreditando que será o melhor para o casal. Mas as lembranças ainda estão impressas em Rhiannon e não existe um dia em que a garota não sinta saudades.
Enquanto isso, A continua com o coração partido, acreditando ser a única pessoa no mundo que troca de corpo todos os dias. Mas A estava errado. Há outros. X está à sua procura e não medirá esforços até conseguir um encontro. X alega querer apenas conversar, mas será que suas intenções são só essas? Será que X tem as respostas que A tanto busca? Mas a que preço?
Muito mais do que uma história de amor, "Algum Dia" narra as múltiplas vivências de A, ora como um adolescente vitima de bullying, ora como um garoto lutando contra a pobreza, para falar da importância da empatia e tocar em uma profunda questão filosófica: o que nos torna humanos?

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[RESENHA] Outro dia, David Levithan (Galera Record)


Título Original: Another day
Título em Português: Outro dia
Ano: 2016
Autor/Autora: David Levithan
Tradutor/Tradutora: Ana Resende
Editora: Galera Record
Gêneros: Literatura Estrangeira
Páginas: 322
Papel:

Sinopse oficial: Um dos mais inovadores autores de livros jovem adulto e o primeiro a emplacar uma trama gay na lista do New York Times, David Levithan retoma a sua mais emblemática trama em "Outro Dia". Aqui, a já celebrada — com várias resenhas elogiosas — história de "Todo Dia" é mostrada sob o ponto de vista de Rhiannon. A jovem, presa em um relacionamento abusivo, conhece A, por quem se apaixona. Só que A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Mas embarcar nessa paixão também traz desafios para Rhiannon. Todos eles mostrados aqui.

O que motivou a leitura?
Há algum tempo li Todo Dia (RESENHA) e me apaixonei por tudo, tudo mesmo do livro. Então fiquei bem curiosa para ler Outro dia e estou aguardando ansiosamente o Someday!

[RESENHA] - por Ariane
Outro dia, de David Levithan, vai narrar a história de seu predecessor mas agora do ponto de vista de Rhiannon. E confesso que não estava tão empolgada para passar os dias com ela (já que sou apaixonada pelo A) já que, para mim, ela parecia bastante chatinha. Não podia estar mais enganada. Entender os pensamentos, medos e dificuldades de Rhiannon fez toda a diferença, ela deixou de ser a namorada de Justin e o amor de A para ser Rhiannon!

Nossa protagonista é uma garota comum do ensino médio que tem um relacionamento familiar difícil e um namorado mais difícil ainda. Acostumada com as variações de humor de Justin - seu namorado -, Rhiannon vive um dia de cada vez - já que seu namorado não gosta de fazer planos -. E como ela mesma descreve: eles tem os dias bons e os dias ruins: os dias ruins estão cheios de brigas e mágoas (e às vezes sexo); mas às vezes, nos dias bons, Justin é capaz de faze-la esquecer tudo e agradecer por aquele dia. E é um um desses dias bons que surge A.

"Há muitas coisas que podem mantê-la em um relacionamento [...] O medo de estar sozinho. O medo de perturbar a combinação de sua vida. A decisão de se contentar com algo que está bem, porque você não sabe se você pode conseguir algo melhor. Ou talvez haja a crença irracional de que isto vai melhorar, mesmo que você saiba que ele não vai mudar."

Neste dia, sem saber que Justin é A, o casal foge da escola e passa o dia na praia, rindo, conversando, aproveitando a companhia um do outro como ela sempre desejou. Porém, o que Rhiannon vai descobrir é: no dia seguinte Justin é apenas Justin e agora ela tem outra pessoa em sua vida. Uma pessoa que faz com que ela passe a questionar todas as suas certezas. E como agora temos um acesso mais completo à problemática família da protagonista, ao seu relacionamento abusivo com Justin - e, sério, se durante Todo Dia eu não senti vontade de matar Justin a cada duas páginas, nesse eu senti - e aos seus conflitos internos tanto relacionado a ela mesma quanto a A, é possível nos sentir menos etéreos. A dificuldade de Rhiannon em ver e entender A como um ser, não como ele ou ela, mas alguém cheio de vontades e tão... A, faz o leitor se colocar no lugar dela e entender suas motivações,  suas dúvidas, seus medos em relação a condição de A e ao sentimento que está desenvolvendo para com ele/ela.

"O amor tem que ser isso: Ver o tamanho do problema que o cara é e amá-lo assim mesmo, porque você sabe que também é um problema, talvez até pior."

Rhiannon precisa colocar a prova todas as suas certezas: seus pensamentos, suas vontades, desejos e medos são expostos ao leitor cada vez que A aparece no corpo de uma pessoa diferente: às vezes um garoto, outras uma garota, alto(a), magro(a), gordo(a), baixo(a). Junto com a protagonista o leitor é capaz de refletir sobre as mesmas dificuldades, por estarmos todos sujeitos as mesmas imposições socioculturais, e desconstruir um pouco de nós mesmos.
"As palavras são uma parte do problema. O fato de existirem palavras diferentes para ele e ela, dele e dela. Eu nunca tinha pensado nisso antes, em como isso é segregatório. Talvez se houvesse um único pronome para todos nós, não ficaríamos tão presos a essa diferença."

Outro dia não é Todo dia, mas é tão emocionante quanto e assim como no anterior, David Levithan é capaz de abrir um leque de reflexões do mundo atual com apenas uma frase e emocionar os leitores com as dúvidas da personagem.

"Ele sabe que eu o amo. Sei que ele me ama. Essa nunca é a questão. A questão é sempre como vamos lidar com isso."


Personagem favorito do livro: A <3
Cena marcante: Literalmente as últimas linhas do livro =)

Onde comprar?
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[RESENHA] Todo dia, David Levithan


Título Original: Every day
Título em Português: Todo dia
Ano: 2013
Autor/Autora: David Levithan
Tradutor/Tradutora: Ana Resende
Editora: Galera Record
Gêneros: Infanto-Juvenil
Páginas: 280
Papel: Off-white

Sinopse oficial: Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrarem a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.


O que motivou a leitura?
Vi sobre esse livro em alguns canais do youtube e me interessei pela história, acabei trocando o livro no skoob com uma menina muito adorável! O livro veio como se fosse novinho!

[RESENHA] - por Ariane
Como começar a falar de um livro que me fez pensar em tantas coisas, que fez com que eu me identificasse tão bem com o personagem e ao mesmo tempo desejasse trazer mais dele para dentro de mim? Em Todo dia conhecemos A - (colocar aqui o q ele fala sobre seu próprio nome) - , um ser nem feminino e nem masculino de dezesseis anos que todos os dias ao acordar está no corpo de uma pessoa diferente, mas da mesma idade que ele. 

E é em um desses dias que A conhece Rhiannon, a pessoa que faz com que ele resolva quebrar suas próprias regras: não criar laços e evitar estragos. Até conhece-la, A sempre fazia o possível para evitar qualquer mudança drástica na vida da pessoa em que ele estava procurando acessar as memórias de seu hospedeiro para conseguir seguir sua rotina. Agora A tem um motivo para mudar: o sentimento despertado nele por sua breve relação com Rhiannon e seu intenso desejo de estar com ela e lhe proporcionar dias melhores.

A partir daí, A passa a procurar por Rhiannon todos os dias, em corpos diferentes, lutando para superar os obstáculos impostos por sua condição! E com o passar dos dias e de seu amor por ela tomar conta de sua vida e seus pensamentos, A se vê envolvido em problemas fora de seu controle: 1) parece que um dos corpos que ele habitou se lembra dele; 2) Rhiannon pode vir a amar a mesma essência sem se importar com sua casca?; 3) é certo que ele continue interferindo na vida das pessoas apenas para que ele possa viver?

“Vivi toda minha vida desse jeito, mas você é a única coisa que me faz desejar não ser mais assim.”

Todo dia me colocou em uma posição bem difícil diante de algumas questões e me fez refletir sobre tantas outras. A verdade é que eu nunca tinha colocado tantos post-it em um livro como coloquei neste para marcar passagens que me surpreenderam e as que eu precisava pensar sobre. A não tem gênero, não tem raça, não tem religião, ele é apenas ele, mas também pode ser qualquer um.

“Não importa qual seja nossa religião, sexo, raça ou localização geográfica, todos nós temos 98% em comum com todos os outros. A raça é diferente apenas como uma construção social, não como uma diferença inerente.() Por uma razão qualquer, nós nos concentramos nos 2% de diferença e a maior parte dos conflitos que acontece no mundo é consequência disto.”

David Levithan coloca A diante de situações bastante complicadas: ora ele está no corpo de uma garota popular, ora no corpo de um nerd, outras no corpo de um obeso, viciado ou suicida. Às vezes é desesperador acompanhar o desespero do protagonista e você se vê querendo mergulhar nas páginas do livro para ajudá-lo a enfrentar determinadas situações, dizer 'Ei! aguente firme! Eu estou te vendo!', porque mesmo diante da quantidade de corpos que o protagonista habita em nenhum momento ele perde sua essência: nós sempre reconhecemos A.

E vai um aviso: para pessoas não acostumadas com o gênero do jovem adulto (Young Adult), A pode parecer um perseguidor/stalker, mas o amor desenfreado e desesperador é comum em livros dessa natureza!

A temática do livro é inovadora e a narrativa em primeira pessoa, cativante. O trabalho da Galera Record com a diagramação, capa e o tipo de papel (sou bem chata com o papel!! =P) está incrível e eu amei que eles tenham mantido a capa da versão original em inglês!!

Queria deixar dezenas de trechos maravilhosos do livro aqui, só pelo prazer de compartilhá-los, mas dentre eles escolhi o meu favorito:

“Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. Sei que é difícil as pessoas fazerem isso, mas não entendo por que é tão complicado, quando é tão óbvio.”

Já está disponível em português o livro Outro Dia (Skoob), segundo livro da trilogia e este ano (2018) já está disponível em inglês Someday (Goodreads), sendo este o terceiro livro, mas ainda não publicado em português!

Onde comprar?
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