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[RESENHA] A Desconstrução de Mara Dyer, Michelle Hodkin (Galera Record)

 

Título Original: 
Título em Português: A Desconstrução de Mara Dyer
Ano: 2013
Autor/Autora: Michelle Hodkin 
Editora: Galera Record
Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira
Páginas: 378

SKOOB | GOODREADS
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Resenha de A Desconstrução de Mara Dyer de Michelle Hodkin

Michelle Hodkin nos convida a mergulhar em um universo psicológico e sombrio com A Desconstrução de Mara Dyer, uma história que desafia a percepção do leitor a cada capítulo. O livro acompanha Mara Dyer, uma adolescente que, após sobreviver a um acidente traumático, se vê perseguida por estranhas visões e eventos inexplicáveis. À medida que ela tenta descobrir o que está acontecendo consigo mesma, a linha entre realidade e ilusão se torna cada vez mais turva, criando uma atmosfera de suspense psicológico intenso.

Tema central

O livro aborda temas complexos, como trauma, perda e o peso do passado, com Mara tentando entender o que é real e o que é fruto de sua imaginação. Depois de um acidente que resulta na morte de seus amigos, Mara não só precisa enfrentar o luto, mas também as consequências mentais e emocionais que o trauma traz. Ela começa a questionar sua própria sanidade quando estranhos eventos ocorrem ao seu redor, levando-a a duvidar de si mesma e das pessoas ao seu redor.

Além do suspense psicológico, Hodkin explora também o romance entre Mara e Noah Shaw, um personagem misterioso que desempenha um papel importante na trama. A relação entre os dois se desenvolve de forma inesperada, unindo o sobrenatural com a busca por autodescoberta, à medida que Noah parece ter respostas para as perguntas de Mara e, talvez, um segredo tão sombrio quanto o dela. Esse elemento romântico ajuda a equilibrar o peso da trama e adiciona complexidade à jornada de Mara, levando o leitor a questionar se ela realmente pode confiar em Noah – e se o próprio leitor deve confiar em Mara.

Estilo de escrita

Michelle Hodkin utiliza uma escrita envolvente e dinâmica, alternando entre passagens de mistério, romance e terror psicológico. Seu estilo direto e detalhista torna a narrativa intensa e imersiva, transportando o leitor para o mundo confuso e perturbador de Mara. A autora cria uma tensão crescente ao longo da trama, com descrições detalhadas que fazem com que o leitor se sinta na pele da protagonista.

Além disso, a estrutura do livro, com capítulos curtos e instigantes, mantém um ritmo acelerado, que intensifica a sensação de suspense. Hodkin também insere reviravoltas inesperadas que desafiam as expectativas e dão ao leitor a sensação de que nada é exatamente o que parece, o que contribui para o clima de mistério e a atmosfera psicológica da história. Essa incerteza constante é essencial para o enredo, pois nos coloca na posição de questionar tudo o que sabemos sobre Mara e sua situação.

Desconstrução de Mara Dyer é um thriller psicológico envolvente e provocador que explora os limites da mente humana e as sombras do trauma. Michelle Hodkin combina romance, suspense e elementos sobrenaturais para criar uma história que é ao mesmo tempo emocionante e perturbadora. O livro leva o leitor a questionar a realidade e a confiar nos próprios instintos, enquanto acompanhamos Mara em sua busca para entender o que está acontecendo com ela.

No final, a trama nos deixa com mais perguntas do que respostas, preparando o terreno para o próximo volume da trilogia e deixando o leitor ansioso por saber o que acontecerá com Mara. A Desconstrução de Mara Dyer é uma leitura cativante, perfeita para fãs de thrillers psicológicos e histórias que desafiam a realidade, mostrando como a mente humana pode ser um território tão fascinante quanto assustador.


* Resenha gerada por IA (com prompt específico)

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  • Michelle Hodkin resenha
  • A Desconstrução de Mara Dyer
  • Thriller psicológico sobrenatural
  • Romance e mistério jovem adulto
  • Suspense psicológico
  • [RESENHA] O Príncipe Cruel (O Povo do Ar #1), Holly Black (Galera Record)


    Título Original: The Cruel Prince (The Folk of the Air #1)
    Título em Português: O Príncipe Cruel (O Povo do Ar #1)
    Ano: 2018
    Autor/Autora: Holly Black
    Tradutor/Tradutora: Regiane Winarski
    Editora: Galera Record
    Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira
    Páginas: 322
    Papel: Off-white

    O que motivou a leitura?
    A sinopse e a capa bonita =)

    [RESENHA] - por Ariane
    Possivelmente comecei a leitura de O Príncipe Cruel com muita sede ao ponte. Boa sinopse, capa bonita, pouco mais de quatro estrelas no Skoob E no Goodreads, autora altamente recomendada... O combo perfeito para uma boa leitura. Pois é. Infelizmente para mim não deu. CONTUDO, não significa que a história não seja boa!

    Logo de cara temos os pais da protagonista, Jude, sendo assassinados diante dela e de suas irmãs - Taryn, sua irmã gêmea, e Vivi, sua meia irmã mais velha - e as três sendo levadas para o Reino das Fadas por Madoc (pai biológico de Vivi), já que, de acordo com as leis do Reino das Fadas, Madoc deveria matar a esposa que fugiu com a filha, abandonando sua família. E é esse mesmo código de honra que faz com que Madoc leve as irmãs humanas com ele; uma vez que havia matado seus pais, ele seria responsável por elas.

    Os anos passam e as gêmeas humanas só querem ser aceitas em seu novo lar: Taryn pretende se apaixonar e se casar com alguém do Reino enquanto Jude quer entrar para a guarda como cavaleiro e Vivi só deseja voltar ao mundo humano. Além das três irmãs, ainda temos Oak, o irmão caçula das três.

    "Se eu não posso ser melhor do que eles, vou me tornar algo muito pior".

    Para se manter no Reino das Fadas, conseguir, a liberdade, o respeito que deseja e ainda conseguir proteger aqueles que ama, Jude precisa ser forte de uma forma diferente. Ela sabe que jamais poderá competir em igualdade física com as fadas. Então Jude tenta e se esforça mais do que qualquer um para superar suas desvantagens. Ela mente, trapaceia e mata, se necessário para atingir seus objetivos; porém isso não significa que a protagonista é desprovida de compaixão.

    Para completar o círculo dos personagens principais, temos Cadan: um jovem príncipe que aparenta ser o mais cruel de todos. Ninguém ousa ficar em seu caminho, irritá-lo ou desrespeitá-lo. Cadan é o típico 'valentão' arrogante.

    “Claro que quero ser como eles. Eles são lindos como lâminas forjadas em fogo divino. Vão viver para sempre. E Cardan é ainda mais bonito que o restante. Eu o odeio mais do que a todos os outros. Eu o odeio tanto que às vezes, quando olho para ele. Mal consigo respirar.”

    Depois de um episódio em que Jude é completamente subjugada e humilhada por Cardan diante uma multidão, nossa protagonista desiste de controlar seu comportamento como boa moça e começa a revidar. Assim, a garota humana chama a atenção de outros membros da família real, incluindo o príncipe Dain - o escolhido para herdar a coroa do reino - e ele lhe oferece uma posição de poder em troca de habilidades que apenas humanos possuem. 

    Outro detalhe interessante é que, diferente da maioria dos livros do gênero, em O Príncipe Cruel, Holly Black transporta o leitor para o Reino das Fadas ao invés de traze-las para o mundo humano. As fadas estão no controle e é uma garota humana que precisa se enquadrar em um mundo diferente do seu.

    O Príncipe Cruel começa com uma leitura um pouco enrolada, mas com o desenvolvimento das tramas, as reviravoltas e a politicagem o leitor ganha velocidade e a leitura se torna mais fluida. Para quem não é fã narrativas em primeira pessoa, a visão inicial da Jude pode incomodar no início.

    E como Locke disse para Jude: "Porque você é como uma historia que ainda não aconteceu. Porque quero ver o que vai fazer. Quero fazer parte do desenrolar da historia", há uma grande chance de eu ler a continuação, O Rei Perverso, para saber mais sobre a história de Jude e Cadan.

    Dica da Ari: Não vá com muita sede ao pote hehe

    Personagem favorito do livro: Jude 
    Cena marcante: A cena em que Cadan humilha Jude.

    Sinopse oficial:
    Primeiro livro da mais nova série de Holly Black. Conheça a impressionante história de uma garota mortal que se vê presa em uma teia de intrigas reais.

    Jude tinha 7 anos quando seus pais foram assassinados e foi forçada a viver no Reino das Fadas. Dez anos depois, tudo o que ela quer é ser como eles – lindos e imortais – e realmente pertencer ao Reino das Fadas, apesar de sua mortalidade. Mas muitos do povo das Fadas desprezam os humanos.

    Especialmente o Príncipe Cardan, o filho mais jovem, mais bonito e mais cruel do Grande Rei. Para ganhar um lugar na Alta Corte, ela deve desafiá-lo... e enfrentar as consequências. Envolvida em intrigas e traições do palácio, Jude descobre sua própria capacidade para truques e derramamento de sangue.

    Mas, com a ameaça de uma guerra civil e o Reino das Fadas por um fio, Jude precisará arriscar sua vida em uma perigosa aliança para salvar suas irmãs, e o próprio Reino. Com personagens únicos, reviravoltas inesperadas, e uma traição de tirar o fôlego, este livro vai deixar o leitor pedindo bis – querendo mergulhar de cabeça na continuação deste universo.

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    [RESENHA] Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (As Maldições Ancestrais #1), Cassandra Clare & Wesley Chu (Galera Record)


    Título Original: The Red Scrolls of Magic (The Eldest Curses #1)
    Título em Português: Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (As Maldições Ancestrais #1)
    Ano: 2019
    Autor/Autora: Cassandra Clare & Wesley Chu
    Tradutor/Tradutora: Ana Resende
    Editora: Galera Record
    Gêneros:Fantasia / Ficção / LGBT / GLS / Literatura Estrangeira
    Páginas: 294
    Papel: Off-white - Minion Pro, em corpo 11/14


    O que motivou a leitura?
    Declaro aqui, neste exato post e momento, meu amor fiel ao casal Malec =)

    [RESENHA] - por Ariane
    Os Pergaminhos Vermelhos da Magia foi a primeira leitura de 2020. Teria como começar melhor? Não! Definitivamente! Malec é um dos meus casais favoritos da vida e seria mais do que óbvio que eu passaria esse lançamento na frente de todos os outros livros (que neste exato instante estão me olhando com suas páginas julgadoras).

    Deixando minha tara pelo casal principal de lado por algumas linhas, Os Pergaminhos Vermelhos da Magia é o primeiro livro de As Maldições Ancestrais, focada em Magnus Bane e Alexander Lightwood e começa com as férias Magnus e Alec entre Cidade de Vidro e Cidade dos Anjos Caídos.

    A trama deste primeiro volume é bem simples e a verdade é que o verdadeiro vilão está bem na cara desde o começo. O mais encantador de tudo é poder retroceder um pouco e acompanhar o amadurecimento dos sentimentos e da relação de Magnus e Alec. Agora conhecemos os maiores medos e dores do feiticeiro, suas inseguranças diante de um novo amor que traz sentimentos diferentes de tudo já sentido antes. Lembro de - nos primeiros livros - achar Alec bastante inseguro com o relacionamento de ambos, mas após ler Os Pergaminhos Vermelhos da Magia percebi que ele não era o único portador de insegurança.

    Além de presenciar novidades deste relacionamento, somos apresentados a história de um outro casal: Helen Blackthorn e Aline Penhallow! E, NOSSA! Elas são uma gracinha! Apesar de ambas terem uma presença muito mais marcante em Os Artifícios das Trevas, para pessoas que, assim como eu, leram Os Pergaminhos Vermelhos da Magia antes, tiveram uma experiência diferente ao presenciá-las junto a família Blackthorn.

    Antes de nós ficarmos juntos — começou ele —, eu sentia muita raiva e magoava as pessoas porque eu sentia dor. Ser gentil quando você sente dor… é difícil. A maioria das pessoas se esforça para fazer isso em épocas melhores. O demônio que lançou aquele feitiço não poderia imaginar isso. Mas dentre todos aqueles vultos idênticos, uma pessoa hesitou na hora de machucar alguém, mesmo no momento de maior horror. Tinha que ser você.

    O livro tem o equilíbrio perfeito entre o drama - que aborda temas importantes como o preconceito, aceitação e sexualidade -, a comédia e a ação (típica do mundo dos caçadores de sombra!). Os fãs do universo podem rever alguns de seus amados personagens e conhecer novas histórias. Já para os novos leitores, a história tem começo-meio-e-fim, mas é provável que não seja uma experiência completa se não houver um conhecimento prévio do universo!

    Dica da Ari: 
    Amem Magnus Bane e Alexander Lightwood, mas não esqueçam da Helen e da Aline <3

    Personagem favorito do livro: Magnus, apesar de eu ter uma quedinha abissal pela Aline.
    Cena marcante: Resgate Magnus Bane número 41545641569! =)

    Sinopse oficial:
    Tudo o que Magnus Bane queria era aproveitar suas férias pela Europa com Alec Lightwood, o Caçador de Sombras que, contra todas as probabilidades, finalmente é seu namorado. Mas assim que os dois se instalam em Paris, uma velha amiga chega com notícias sobre um culto de adoração a demônios chamado A Mão Escarlate, que está empenhado em causar o caos em todo o mundo – um culto que, aparentemente, foi fundado pelo próprio Magnus, anos atrás. Agora, Magnus e Alec vão percorrer o continente europeu para rastrear A Mão Escarlate e seu novo e ilusório líder antes que o culto cause ainda mais danos. Como se não fosse suficientemente ruim que suas férias românticas tivessem sido desviadas do trajeto original, os demônios agora estão perseguindo todos os seus passos, e está se tornando cada vez mais difícil distinguir amigos de inimigos. À medida que sua busca por respostas se torna cada vez mais complexa, Magnus e Alec precisarão confiar um no outro mais do que nunca - mesmo que isso signifique revelar os segredos que ambos mantêm.

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    [RESENHA] Algum dia, David Levithan (Galera Record)


    Título Original: Someday (Every day #3)
    Título em Português: Algum dia
    Ano: 2019
    Autor/Autora: David Levithan
    Tradutor/Tradutora: Ana Resende
    Editora: Galera Record
    Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
    Páginas: 266
    Papel: Off-white


    O que motivou a leitura?
    Eu me apaixonei por A em Todo Dia, li Outro Dia no Kindle e no mesmo instante em que a pré-venda de Algum Dia começou, fiz o pedido!

    [RESENHA] - por Ariane
    Algum dia veio para concluir a maravilhosa narrativa de David Levithan; ou será que não?

    Depois de se apaixonar por Rhiannon e tornar a vida dela uma bagunça homérica, A resolve desaparecer, mas depois de tudo que viveu com A, Rhiannon não pode simplesmente esquecer e seguir sua vida com a pessoa escolhida por A.

    Em Todo Dia temos a visão de A desse relacionamento e em Outro Dia temos a visão de Rhiannon. E agora em Algum Dia somos capazes de acessar as memórias e pensamentos de ambos os personagens e mais, conhecemos outros seres como A! Como essas pessoas vivem? Como cada um vive com em seu pequeno dilema e como lida com a troca de corpos todos os dias?

    Esses novos personagens acabaram me marcando mais do que os protagonistas nessa terceira leitura. A narrativa Helmut foi uma das que mais me impressionou. Gostaria de ter lido mais sobre sua vida.

    A única pessoa que pode me perdoar é a pessoa que não posso deixar livre.

    Essa troca de narradores, apesar de não ser confusa, foi um dos pontos em que eu menos curti. Simplesmente porque pareceu que o autor quis apenas despejar outros seres como A, mas seu limite de páginas o impediu de desenvolver cada um deles (e foram muitos).

    Outra personagem que me chamou a atenção foi Mona e, pelas poucas linhas contadas por ela, podemos imaginar que tipo de vida teve e como escolheu vivê-la. Suas palavras e sua forma de pensar aqueceram meu coração e me vi refletindo junto com ela.

    É claro que, enquanto outros personagens aparecem, temos o confronto de A e X e agora as intenções deste são claras. A maneira como X decidiu viver sua vida... Bem, não posso condená-lo. Em alguns pontos cheguei a concordar com ele.

    Mais uma vez David Levithan conseguiu desenvolver uma história em que o amor é apenas isso: amor. Sem precisar de mais. 

    O que estou aprendendo é que o coração tem capacidade de amar muitas pessoas. Eu costumava achar que tinha de dar isso a apenas uma pessoa e nunca guardar amor algum para mim mesma. Mas como eu estava errada.


    Dica da Ari: Todo dia é o melhor livro da trilogia, definitivamente. A maioria das pessoas não gosta de Outro dia. Algum dia foi uma conclusão previsível, mas não me fez desgostar dela!

    Personagem favorito do livro: Em toda a trilogia, meu personagem favorito foi A.
    Cena marcante: O capítulo da Mona!

    Sinopse oficial: Desde que A consegue se lembrar, a vida significa acordar no corpo de uma pessoa diferente todos os dias, vivendo assim por 24 horas. Sem poder escolher onde será a próxima manhã.
    Se apaixonar por Rhiannon não estava em seus planos, mas foi inevitável. Tentando fugir desse amor impossível, A desaparece, acreditando que será o melhor para o casal. Mas as lembranças ainda estão impressas em Rhiannon e não existe um dia em que a garota não sinta saudades.
    Enquanto isso, A continua com o coração partido, acreditando ser a única pessoa no mundo que troca de corpo todos os dias. Mas A estava errado. Há outros. X está à sua procura e não medirá esforços até conseguir um encontro. X alega querer apenas conversar, mas será que suas intenções são só essas? Será que X tem as respostas que A tanto busca? Mas a que preço?
    Muito mais do que uma história de amor, "Algum Dia" narra as múltiplas vivências de A, ora como um adolescente vitima de bullying, ora como um garoto lutando contra a pobreza, para falar da importância da empatia e tocar em uma profunda questão filosófica: o que nos torna humanos?

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    [RESENHA] É Assim que Acaba, Colleen Hoover (Galera Record)



    Título Original: It Ends with Us
    Título em Português: É Assim que Acaba
    Ano: 2018
    Autor/Autora: Colleen Hoover
    Tradutor/Tradutora: Natalia Gerhardt
    Editora: Galera Record
    Gêneros: Jovem Adulto / Ficção / Literatura Estrangeira / Romance
    Páginas: 368
    Papel: 
    Sinopse oficial: Um romance sobre a força necessária para fazer as escolhas corretas nas situações mais difíceis. Da autora das séries Slammed e Hopeless.
    Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. Ela percorreu um longo caminho desde a infância, em uma cidadezinha no Maine: se formou em marketing, mudou para Boston e abriu a própria loja. Então, quando se sente atraída por um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo parece perfeito demais para ser verdade. Ryle é confiante, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e se sente atraído por Lily. Porém, sua grande aversão a relacionamentos é perturbadora. Além de estar sobrecarregada com as questões sobre seu novo relacionamento, Lily não consegue tirar Atlas Corrigan da cabeça — seu primeiro amor e a ligação com o passado que ela deixou para trás. Ele era seu protetor, alguém com quem tinha grande afinidade. Quando Atlas reaparece de repente, tudo que Lily construiu com Ryle fica em risco. Com um livro ousado e extremamente pessoal, Colleen Hoover conta uma história arrasadora, mas também inovadora, que não tem medo de discutir temas como abuso e violência doméstica. Uma narrativa inesquecível sobre um amor que custa caro demais.

    O que motivou a leitura?
    Já não é segredo pra ninguém que acompanho cada livro publicado no Brasil que seja escrito pela Colleen Hoover. Tentei comprar É Assim que Acaba na BIENAL de 2018, mas ele já tinha esgotado. Muita gente estava comentando sobre esse livro e acabou que ganhei ele de natal do meu primo =)

    [RESENHA] - por Ariane
    É engraçado e desesperador como Colleen Hoover consegue me fazer amar cada um de seus livros. Sem Esperança (RESENHA) é um livro que eu amo, só que Talvez Um Dia (RESENHA) também ganhou boa parte do meu coração e agora... É Assim que Acaba.

    Nesta nova narrativa, Colleen Hoover nos apresenta outra difícil temática: violência doméstica. Vamos conhecer Lily, uma mulher que passou a infância vendo a mãe sofrer nas mãos do pai e que, agora adulta, se muda e tem o sonho de abrir sua própria floricultura. Por um acaso do destino ela conhece Ryle, um homem sonha em ser o melhor neurocirurgião da cidade e que não se envolve sério com mulher alguma.

    O relacionamento deles é muito adorável, eles se completam de forma incrível e tem a brincadeira da "Verdade Nua", em que eles precisam dizer um ao outro algo extremamente sincero! A química entre os dois é perfeita e a relação entre eles não parece ter como ficar melhor.

    É aí que nossa adorável autora resolve apresentar pra valer a temática principal do livro. Dividido em dois momentos, É Assim que Acaba, conta dois momentos da vida de Lily: sua época de infância e seu primeiro amor, Atlas,; e sua vida adulta, ao lado de seu marido e tentando manter sua família recém construída.

    Só porque uma pessoa te machuca não significa que podemos simplesmente parar de amá-la. Não são as ações de uma pessoa que nos machuca. É o amor. Se não tem amor ligado a ação, a dor seria um pouco mais fácil de aguentar.

    Num segundo momento, a protagonista começa a perceber o quão é parecida com sua mãe. Lily tenta achar justificativas para o comportamento de Ryle a todo instante, inclusive culpando-se por causar tais reações no companheiro. E mais uma vez temos uma garota forte e incrível se esforçando para fazer o relacionamento dar certo, tendo esperanças de que se não pisar na bola, tudo dará certo.

    Acho que estive enrolando para escrever essa resenha simplesmente porque... é muito difícil. Eu me apaixonei pela Lily. Eu me apaixonei de verdade por Ryle, mais até do que por Atlas! Presenciar as agonias e sofrimentos vividos pela protagonista e se pegar pensando o mesmo que ela, desejando que Ryle mude, torcendo para ele mudar...

    O contato pessoal de Colleen Hoover com o assunto (que ela descreve nas últimas páginas do livro) faz com que o leitor sinta o que os personagens estão passando. Ela consegue guiar muito bem a trama e é absurdo como ela é capaz de induzir o leitor, da forma mais natural possível, a sentir empatia pelo casal principal. O enredo se desenvolve devagar, a leitura é fluída e a escrita é simples, como acontece em todos os livros da autora.

    Todo mundo erra. O que determina o caráter de uma pessoa não são os erros cometidos. É como ela usa esses erros e os transforma em aprendizados, não em desculpas.

    Por fim, é óbvio que a autora não ia dar um desfecho triste para Ryle e Lily. Como li na resenha do Livros&Citações "Colleen terminou o livro mostrando que só porque você passou pelo inferno, isso não significa que não há um céu esperando por você".

    E continue a nadar~ =)

    Personagem favorito do livro: Sou incapaz de escolher. Allysa, Ryle, Lily.... provavelmente todos eles!
    Cena marcante: A última antes do epílogo!

    Onde comprar?

    [LIVROS NOVOS] Black Friday 2018

    Bom dia! Boa tarde! Boa noite!!

    Qual amante de livro não gastou nenhum centavo na Black Friday?? Eu não!! |o| Contudo, consegui me controlar um pouquinho porque já ia gastar na Festa do Livro da USP (vou fazer um post sobre isso depois) e eu estava esperando ansiosamente para comparar os preços da Black Friday com os da Festa para me programar para o ano que vem (e gastar menos lalala~).

    Quando a caixa chegou, só lembrava de quatro livros, mas na verdade comprei oito, sendo que um foi presente de Natal para outra pessoa =D

    Sem mais delongas, apresento minhas novas aquisições!!



    1. Confesse, Collen Hoover (Galera Record)
    Gêneros: Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance


    Um romance sobre arriscar tudo pelo amor ― e sobre encontrar seu coração entre a verdade e a mentira. Da autora das séries Slammed e Hopeless. Auburn Reed perdeu tudo que era importante para ela. Na luta para reconstruir a vida destruída, ela se mantém focada em seus objetivos e não pode cometer nenhum erro. Mas ao entrar num estúdio de arte em Dallas à procura de emprego, Auburn não esperava encontrar o enigmático Owen Gentry, que lhe desperta uma intensa atração. Pela primeira vez, Auburn se vê correndo riscos e deixa o coração falar mais alto, até descobrir que Owen está encobrindo um enorme segredo. A importância do passado do artista ameaça acabar com tudo que Auburn mais ama, e a única maneira de reconstituir sua vida é mantendo Owen afastado.

    Por que escolhi ler: Desde que li a trilogia de Métrica tenho acompanhado os lançamentos da autora e esse era o único livro que faltava; sendo que As Mil Partes do Meu Coração e É Assim que Acaba, ganharei de presente de Natal do meu primo!

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    2. Volte para Mim, Paola Aleksandra (Essência)
    Gêneros: Ficção / Literatura Brasileira / Romance


    "Aos dezesseis anos, Brianna Hamilton fugiu da Inglaterra para a Escócia, abandonando sua família e as obrigações como herdeira de um duque. Em meio aos prados escoceses, a ovem encontrou refúgio e descobriu mais sobre a mulher que desejava ser. Mas, onze anos após a fuga, uma dolorosa verdade fará com que ela deseje nunca ter partido. Voltar será como relembrar o passado, a fuga, o medo e as escolhas que precisou fazer. E, enquanto luta para reconquistar seu lugar junto à família, Brianna precisará superar Desmond Hunter, melhor amigo e primeiro amor, que anos atrás ela escolheu deixar para trás. Volte para mim é um romance arrebatador sobre recomeços, sentir-se inteira e, acima de tudo, confiar no amor. "

    Por que escolhi ler: Acho que desde a escola não lia romances de época, e pra falar a verdade, mal lembro de ter lido (lembro de ter lido Senhora, do José de Alencar, mas vagamente), mas não tinha nenhum na estante. Decidi começar por Volte para Mim, da escritora e blogueira, Paola Aleksandra!

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    3. O Príncipe Cruel, Holly Black (Galera Record)
    Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira


    Primeiro livro da mais nova série de Holly Black. Conheça a impressionante história de uma garota mortal aprisionada em uma teia de intrigas reais. Jude tinha 7 anos quando seus pais foram assassinados e foi forçada a viver no Reino das Fadas. Dez anos depois, tudo o que ela quer é ser como eles – lindos e imortais – e realmente pertencer ao Reino das Fadas, apesar de sua mortalidade. Mas muitos do povo das Fadas desprezam os humanos. Especialmente o Príncipe Cardan, o filho mais jovem, mais bonito e mais cruel do Grande Rei. Para ganhar um lugar na Alta Corte, ela deve desafiá-lo... e enfrentar as consequências. Envolvida em intrigas e traições do palácio, Jude descobre sua própria capacidade para truques e derramamento de sangue. Mas, com a ameaça de uma guerra civil e o Reino das Fadas por um fio, Jude precisará arriscar sua vida em uma perigosa aliança para salvar suas irmãs, e o próprio Reino. Com personagens únicos, reviravoltas inesperadas, e uma traição de tirar o fôlego, este livro vai deixar o leitor querendo mergulhar de cabeça na continuação deste universo.

    Por que escolhi ler: Já há algum tempo tenho paquerado O Príncipe Cruel, depois de ler a sinopse na livraria da rodoviária. Como estou numa fase bastante fantasia, acabei incluindo-o na compra =)

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    4. Meio Rei, Joe Abercrombie (Arqueiro)
    Gêneros: Fantasia / Ficção


    “Uma construção de mundo grandiosa, personagens maravilhosos e cenas de ação extraordinárias... Meio rei é o meu livro favorito de Abercrombie, e isso quer dizer muita coisa.” – Patrick Rothfuss, autor de O nome do vento  “Assim como em todas as obras de Abercrombie, aqui a linha entre o bem e o mal é tênue e nada ocorre segundo as expectativas. Meio rei é definitivamente uma aventura com A maiúsculo.” – Rick Riordan, autor da série Percy Jackson e os Olimpianos  Ganhador do prêmio Locus, Meio rei foi considerado, em 2014, uma das 5 melhores obras de fantasia pelo The Washington Post e um dos 10 melhores livros para jovens pela Time.  Jurei vingar a morte do meu pai. Posso até ser meio homem, mas sou capaz de fazer um juramento por inteiro. Filho caçula do rei Uthrik, Yarvi nasceu com a mão deformada e sempre foi considerado fraco pela família. Num mundo em que as leis são ditadas por pessoas de braço forte e coração frio, ser incapaz de brandir uma espada ou portar um escudo é o pior defeito de um homem.  Mas o que falta a Yarvi em força física lhe sobra em inteligência. Por isso ele estuda para ser ministro e, pelo resto da vida, curar e aconselhar. Ou pelo menos era o que ele pensava.  Certa noite, o jovem recebe a notícia de que o pai e o irmão mais velho foram assassinados e não lhe resta escolha a não ser assumir o trono. De uma hora para outra, ele precisa endurecer para vingar as duas mortes. E logo sua jornada o lança numa saga de crueldade e amargura, traição e cinismo, em que as decisões de Yarvi determinarão o destino do reino e de todo o povo.  Joe Abercrombie nos apresenta um protagonista surpreendente, numa história de percalços e amadurecimento que abre a trilogia Mar Despedaçado. **** “Refinado e perspicaz, este é talvez o livro de Abercrombie com a técnica mais elaborada... Duvido que você leia o primeiro capítulo e não sinta vontade de continuar.” – Brent Weeks, autor de Caminho das sombras Soprava um vento forte na noite em que Yarvi descobriu que era rei. Ou pelo menos meio rei. Provocava o fogo, que cuspia e estalava de raiva, lançando uma luz tremeluzente. A porta se escancarou com um estrondo e o vento atravessou o aposento. As chamas da fogueira saltaram junto com Yarvi, dançando distorcidas nos milhares de frascos e garrafas. Um vulto subiu os degraus. Era Odem, tio de Yarvi, arfante, com o cabelo emplastrado de chuva no rosto pálido. Encarou o sobrinho com os olhos arregalados e abriu a boca, mas não emitiu nenhum som. Não era necessário ter o dom da empatia para ver que ele estava sob o peso de notícias esmagadoras. – O que foi? – perguntou Yarvi, a garganta apertada de medo. Seu tio se ajoelhou, apoiando as mãos na palha oleosa. Baixou a cabeça e sussurrou apenas duas palavras, com a voz rouca: – Meu rei. E Yarvi soube que seu pai e seu irmão estavam mortos.

    Por que escolhi ler: Esse é um daqueles livros que você descobre navegando graciosamente pelo Skoob. Achei a capa bonita e a resenha interessante~  Como é um livro absurdamente curto comparado com a maioria do gênero (tem 281 páginas), meu incentivo para comprar foi de 100%

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    5. A Parábola do Semeador, Octavia Butler (Morro Branco)
    Gêneros: Ficção / Ficção científica / Literatura Estrangeira


    Quando uma crise ambiental e econômica leva ao caos social, nem mesmo as cidades muradas estão seguras. Em uma noite de fogo e morte, Lauren Olamina, a jovem filha de um pastor, perde sua família, seu lar e se aventura pelas terras americanas desprotegidas. Mas o que começa como uma fuga pela sobrevivência acaba levando a algo muito maior: uma visão estonteante do destino humano. E ao nascimento de uma nova fé.

    Por que escolhi ler: Li Kindred - Laços de Sangue no início do ano (lá pra Maio) e apesar de não ser o meu tipo favorito de livro, curti muito (muito MESMO) o estilo de escrita e narrativa da autora. Sem contar que a Morro Branco ainda não me decepcionou em nenhum livro, então...

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    6. Despertar, Octavia Butler (Morro Branco)
    Gêneros: Ficção / Ficção científica / Literatura Estrangeira


    Há vida inteligente lá fora e é ela que salva a humanidade de si mesma. Quando Lilith Iyapo desperta após 250 anos de animação suspensa, descobre que o planeta Terra e os seres humanos sobreviventes de uma guerra catastrófica estão sob a guarda dos Oankali, uma espécie alienígena com habilidades e tecnologias tão impressionantes quanto sua aparência é repulsiva. Lilith foi escolhida para despertar e preparar outros seres humanos para finalmente retornarem ao planeta natal. A Terra está novamente habitável há pouco, porém em condições bem diferentes do que conheciam. Assim, os humanos precisarão desenvolver suas habilidades de sobrevivência, enquanto Lilith terá que superar as próprias suspeitas para liderá-los nessa nova etapa – além de decidir se vale a pena andar sobre a linha do que nos define como humanos.

    Por que escolhi ler: Estava mais interessada em Despertar do que A Parábola do Semeador, pela sinopse. Só que os motivos para ler continuam sendo os mesmos =)

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    7. O Noivos do Inverno, Christelle Dabos (Morro Branco)
    Gêneros: Fantasia / Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira


    Vencedor do Grand Prix de l'Imaginaire Honesta e cabeça-dura, Ophélie não se importa com as aparências. Mas, por baixo de seus óculos de aros largos e cachecol desgastado, a garota esconde poderes únicos: ela pode ler o passado dos objetos e atravessar espelhos. A vida tranquila que leva em Anima se transforma quando Ophélie é prometida em casamento à Thorn, herdeiro de um distante e poderoso clã. Agora, ela terá que deixar para trás tudo o que conhece e seguir seu noivo até Cidade Celeste, a capital flutuante de uma gelada arca conhecida como Polo. Ali, o perigo espreita em cada esquina, e não se pode confiar em ninguém. Sem se dar conta, Ophélie torna-se um peão em um jogo político mortal, capaz de mudar tudo para sempre.

    Por que escolhi ler: A capa me chamou a atenção primeiro. Tenho uma quedinha por histórias que estão envolvidas com o inverno (minha estação favorita do ano), a sinopse ajudou bastante e ser da Morro Branco foi a cereja do bolo!

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    E por hoje é só, pessoal! =) Logo mais sai o post com os livros que comprei na Festa do Livro da USP desse ano! o/ Boa leitura!

    [RESENHA] Talvez um Dia, Colleen Hoover (Galera Record)


    Título Original: Maybe someday #1
    Título em Português: Talvez um Dia
    Ano: 2016
    Autor/Autora: Colleen Hoover
    Tradutor/Tradutora: Natalia Gerhardt
    Editora: Galera Record
    Gêneros: Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
    Páginas: 368
    Papel: 
    Sinopse oficial: Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.

    O que motivou a leitura?
    =) Livros da Coleen Hoover gritam por mim!

    [RESENHA] - por Ariane
    Sério! Como não se apaixonar pelos personagens e histórias da Colleen Hoover? Acredito que Talvez Um Dia se tornou (até o momento) meu livro favorito dela, seguido por Sem Esperança (RESENHA) Não está escrito o quanto sou apaixonada pelas histórias dela.


    Era uma vez um rapaz chamado Ridge Lawson, que toca violão e compõe música,s que fazem muito sucesso, para uma banda famosa. E todos os dias ele vai até a varanda de seu apartamento para tocar violão e observar as reações de sua vizinha às suas músicas. Diante do desespero por causa de um bloqueio musical, Ridge resolve falar (que não é bem falar, mas mandar uma mensagem de uma forma... inusitada) com a tal vizinha e acaba descobrindo que ela escreve letras para cada uma de suas músicas.

    Assim nasce a ponte entre nossa adorável protagonista e seu vizinho. 

    Sydney Blake parece ter a vida perfeita: mora com a melhor amiga, tem um namorado carinhoso e com quem espera passar o resto de sua vida, faz faculdade e trabalha numa cafeteria local. Tudo ótimo! Pelo menos até o dia em que ela descobre que seu namorado, Hunter, e sua melhor amiga e colega de quarto, Tori, estão tendo um caso! Até que foi um soco merecido, pensou ela, mas agora que tinha batido na melhor amiga e terminado com Hunter, ela não tinha para onde ir. Obviamente como todo ser-humano nessas horas, Syd só pega o máximo de coisas que consegue e sai de casa sem ter um plano bem traçado e acaba no pátio do prédio com suas malas, encharcada com a chuva forte que caía e sem ter para onde ir.

    Só que Ridge não é o tipo de cara que vê alguém em apuros e não faz nada. Agora eles estão morando no mesmo apartamento, começam a compor músicas juntos.... e começam a se apaixonar um pelo outro.

    Colleen Hoover cria um triângulo amoroso entre Sydney, Ridge e Maggie de forma tão maestral que o leitor não consegue escolher um lado. Particularmente amo quando o personagem escolhe seu par e permanece com ele por toda a vida. A dedicação e fidelidade de Ridge para com Maggie é... UAU! Mas ao mesmo tempo em que torci para que desse certo entre eles, também queria que desse certo para ele e Sydney. Acho que nunca fiquei tão dividida antes!

    Nunca o vi lutando contra a própria escolha ou com os sacrifícios que fez por Maggie até você aparecer. Ele está apaixonado por você, Sydney, e sei que você tem noção disso. Mas também conheço o coração dele e sei que nunca vai largar a Maggie.

    Sempre detestei traições, mas confesso que muitas vezes já parei para pensar se há algum tipo de traição (amorosa, neste caso) que seja justificável. Talvez um Dia me fez balançar... Por muitas vezes tive que tentar me colocar no lugar dos personagens e tentar entender que nem sempre as coisas são como deveriam ser, que nem tudo é preto no branco.

    E não apenas com um plot intenso e complexo como esse, que faz o leitor questionar as próprias convicções. Colleen Hoover criou uma narrativa cheia de dor e superação, de reflexões. A deficiência de Ridge e a maneira como ele enxerga a vida e as dificuldades que deveria ter, como ele as supera.. como os demais personagens interagem com ele e criam essa vida sem fazer dele um coitado...

    Talvez um Dia me fez suspirar! Não consegui evitar a empatia pelo casal principal e a maneira como o amor entre eles se desenvolveu. A parte mais surpreendente foi: não consegui culpá-los e meu coração ficou dividido entre torcer para que eles superassem um ao outro e torcer para que, de alguma maneira, ficassem juntos.

    Vale lembrar que esse é o tipo de livro que divide opiniões por causa do tema~ Então ele entra na lista de você ama ou odeia =)

    Personagem favorito do livro: Clichê, mas verdade: Ridge.
    Cena marcante: A cena em que o Ridge "escuta" a Syd cantar pela primeira vez.

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    [RESENHA] Arte & Alma, Brittainy C. Cherry (Galera Record)


    Título Original: Art & Soul
    Título em Português: Arte & Alma
    Ano: 2018
    Autor/Autora: Brittainy C. Cherry
    Tradutor/Tradutora: 
    Editora: Galera Record
    Gêneros: Ficção / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
    Páginas: 308
    Papel: 
    Sinopse oficial: Aria Watson era considerada invisível na escola, mesmo com todo seu talento para arte; em casa era uma boa filha e irmã. Mas tudo mudou quando ela anunciou, aos 16 anos, que estava grávida. E a notícia caiu como uma bomba. Agora ela está aterrorizada e se sentindo mais sozinha do que nunca. Levi Myers mudou-se para Wisconsin para ficar com o pai, que não via desde os 11 anos. Ele precisava se afastar um pouco da mãe e passar um ano com o pai parecia uma boa ideia, mas agora Levi não tem mais certeza. Se a mãe tem problemas, o pai é pior. Dois adolescentes passando por momentos difíceis e que, sem querer, encontram um no outro alguém que compreenda o que estão passando. Os dois estão despedaçados por dentro, cheios de cicatrizes. Mas, nas manhãs no bosque, enquanto tentam alimentar cervos, ou esperando o ônibus para escola, eles compartilham seus medos e incertezas. Levi está dividido entre o pai e a mãe e Aria precisa decidir o futuro do bebê que está gerando. Em palavras, e até mesmo no silêncio, os dois fazem um ao outro um pouco mais fortes. Apaixonar-se não era o plano, mas às vezes é difícil resistir quando alguém parece entender tão bem sua dor e solidão.
    O que motivou a leitura?
    =) Brittainy <3

    [RESENHA] - por Ariane
    Bem, a Brittainy C. Cherry é uma das minhas autoras favoritas e apesar de Arte & Alma não estar no meu top 3 de livros favoritos dela, é um livro que eu adorei. Ganhei o livro do meu pai na última sexta-feira (dia 12!!) e no sábado já tinha terminado de ler.

    Arte & Alma conta a história de dois adolescentes, Aria Watson e Levi Myers, ambos enfrentando momentos difíceis: Aria está grávida, o que causa uma grande distúrbio em sua família; já Levi tem uma mãe com distúrbio esquizoafetivo enquanto o pai está fazendo o possível para que ele não se aproxime. E é em meio a esse turbilhão de problemas que os dois adolescentes se conhecem em uma aula conjunta que mistura pintura e música.

    Às vezes, ficar de dedos mindinhos enroscados era o melhor tipo de carinho.Às vezes, beijos na testa eram o melhor tipo de beijo.E, às vezes, o amor temporário era o melhor tipo de amor.

    Nesta aula conjunta, Aria se torna Arte e seu amor por coisas abstratas e seu jeito introspectivos chamam a atenção de Levi, que se torna Alma, que encontra na música e em seu violino o refúgio para fugir dos problemas dos pais e tentar não afundar com eles. A atração acontece sem enrolação! Os dois se apaixonam quase que à primeira vista e isso só faz com que entrem cada vez mais na vida um do outro.

    E não pensem que apenas os personagens principais carregam duzias de problemas; os secundários também! Simon, melhor amigo de Aria, é um NERD com TOC (sua "mania" é o número 4) e não é muito bom em fazer amigos. Já Abigail, a garota mais esquisita do colégio, só passa alguns minutos por dia com eles e sempre acaba trazendo uma citação diferente. Ambos se unem ao grupo para agregar um pouco mais de drama (e risadas) ao enredo.

    O objetivo da vida não é estar do lado da maioria, mas escapar, encontrando-se no meio dos insanos.

    Mais uma vez Brittainy C. Cherry joga o leitor no meio de trocentos problemas psicológicos e físicos. Cheguei a comentar sobre esse livro na terapia dessa semana, porque uma questão em específico ficou martelando na minha cabeça: os pais tomando atitudes pelos filhos. Não é algo banal e simples, só quem ler vai entender a complexidade da coisa. Fiquei pensando tanto pelo lado dos pais quanto pelo lados dos filhos, mas não consegui chegar a nenhuma conclusão (por não passar nem de longe por algo do tipo). É algo que ainda estou ruminando...

    Porque pais fazem isso, tomam decisões. Até as mais difíceis que preferíamos nunca ter que tomar.

    A escrita da autora é a que todos já estão acostumados: linguagem simples e fluida. A narrativa está em primeira pessoa, mas o ponto de vista alterna entre Aria e Levi; rola um clichê básico e muito, muito, muuuuito drama! Vi em algumas outras resenhas que muita gente não se apegou ao casal principal e por isso não curtiu tanto o livro, então, fica a dica sobre isso também: Aria e Levi são um casal morno e não vivem grandes emoções românticas, só aquele balancinho de barco no mar.

    Particularmente curti o livro e não me decepcionei, mas também não é um livro UAUMEODEOSPARATUDO! =) Valeu minha tarde de sábado pelas reflexões e um bom cházinho.

    Personagem favorito do livro: Simon
    Cena marcante: A cena da conversa entre Aria e o Sr. Myers.

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